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Indicador de atividade económica e indicador de clima económico diminuem
Síntese Económica de Conjuntura
Indicador de atividade económica e indicador de clima económico diminuem - Maio de 2019
24 de junho de 2019

Resumo

Em maio, o indicador de confiança dos consumidores aumentou na Área Euro (AE) e o indicador de sentimento económico diminuiu. No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de -3,0% e 0,6%, respetivamente (-0,4% e 8,4% em abril).
Em Portugal, o indicador de atividade económica, disponível até abril, e o indicador de clima económico, disponível até maio, diminuíram. O indicador quantitativo do consumo privado diminuiu em abril, refletindo um contributo positivo menos expressivo de ambas as componentes, consumo duradouro e não duradouro. O indicador de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) acelerou em abril, devido ao contributo positivo mais intenso das componentes de máquinas e equipamentos e de material de transporte. Em termos nominais, as exportações e importações de bens apresentaram variações homólogas de 4,4% e 11,3% em abril, respetivamente (4,8% e 12,6% em março). Considerando a atividade económica da perspetiva da produção, e em termos nominais, verificou se uma diminuição homóloga na indústria e um abrandamento nos serviços. Em termos reais, observou se uma diminuição menos expressiva do índice de produção da indústria, enquanto o índice de produção da construção revelou um crescimento homólogo mais acentuado.
Em abril, a estimativa provisória mensal para a taxa de desemprego (15 a 74 anos) ajustada de sazonalidade, situou-se em 6,7% (taxa superior em 0,2 p.p. ao valor definitivo verificado no mês anterior), o que compara com 6,6% e 7,1% há três meses e há um ano atrás, respetivamente. A estimativa da população empregada (15 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, registou um crescimento homólogo de 0,7% (1,2% em março) e uma diminuição em cadeia de 0,2%.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) apresentou uma variação homóloga de 0,4% em maio (0,8% em abril). Esta desaceleração resultou sobretudo do comportamento de três classes: “Transportes”, “Restaurantes e hotéis” e “Comunicações”. Na componente de bens observou-se uma variação nula (0,1% no mês anterior) e a de serviços aumentou 1,0% (1,8% no mês precedente).


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