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Saldo migratório positivo pelo terceiro ano consecutivo e maior que no ano anterior
Estatísticas Demográficas
Saldo migratório positivo pelo terceiro ano consecutivo e maior que no ano anterior - 2019
13 de novembro de 2020

Resumo

Em 2019, a população residente em Portugal foi estimada em 10 295 909 pessoas, o que representa um aumento de 19 292 habitantes relativamente ao ano anterior, após nove anos de decréscimo populacional.
O número de nascimentos foi 86 579 (nados-vivos), tendo diminuido 0,5% em relação a 2018 (87 020). O índice sintético de fecundidade registou um aumento para 1,42 filhos por mulher (1,41 em 2018).
A idade média das mulheres ao nascimento de um filho foi 31,4 anos, valor idêntico ao registado em 2018, enquanto a idade média ao nascimento do primeiro filho passou para 29,9 anos (29,8 anos em 2018).
O número de óbitos foi 111 793, diminuindo 1,1% relativamente a 2018 (113 051). O número de óbitos infantis foi 246, menos 41 que em 2018. A taxa de mortalidade infantil diminuiu para 2,8 óbitos por mil nados-vivos (3,3‰ em 2018).
Em 2019 realizaram-se em Portugal 33 272 casamentos, menos 3,9% que no ano anterior (34 637). A idade média ao primeiro casamento foi 33,9 anos para os homens e 32,4 anos para as mulheres (33,6 anos e 32,1 anos, respetivamente, em 2018).
O número de divórcios aumentou 0,4%, para 20 421. A idade média ao divórcio foi 47,6 anos para os homens e 45,2 anos para as mulheres.
Estima-se que, durante 2019, tenham entrado em Portugal 72 725 imigrantes permanentes, mais 68,5% que em 2018 (43 170), e tenham saído 28 219 emigrantes permanentes, menos 10,7% que em 2018 (31 600). Assim, o saldo migratório foi positivo pelo terceiro ano consecutivo (4 886 em 2017, 11 570 em 2018 e 44 506 em 2019).
Em 2019, 30 478 estrangeiros adquiriram a nacionalidade portuguesa, um número superior em 5,6% ao de 2018 (28 856): 21 099 aquisições da nacionalidade respeitaram a residentes em Portugal e 9 379 a residentes no estrangeiro.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.

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