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As exportações e as importações diminuíram 7,8% e 6,9% em dezembro. Resultados preliminares de 2020: decréscimos de 10,2% e 15,2%, respetivamente
Estatísticas do Comércio Internacional
As exportações e as importações diminuíram 7,8% e 6,9% em dezembro. Resultados preliminares de 2020: decréscimos de 10,2% e 15,2%, respetivamente - Dezembro de 2020
09 de fevereiro de 2021

Resumo

Em dezembro de 2020, as exportações e as importações de bens registaram variações homólogas nominais de -7,8% e -6,9%, respetivamente (-0,2% e -11,9%, pela mesma ordem, em novembro de 2020). Destacam-se os decréscimos nas exportações e nas importações de Combustíveis e lubrificantes (-45,1% e -32,0%, respetivamente) e de Material de transporte (-20,8% e -16,3%, pela mesma ordem).

Excluindo Combustíveis e lubrificantes, as exportações e as importações diminuíram 3,8% (+2,9% e -8,1%, respetivamente, em novembro de 2020).

O défice da balança comercial de bens diminuiu 59 milhões de euros face ao mês homólogo de 2019, atingindo 1 370 milhões de euros em dezembro de 2020. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, o défice situou-se em 1 159 milhões de euros, menos 45 milhões de euros que no mês homólogo de 2019.

No 4º trimestre de 2020, as exportações e as importações de bens diminuíram respetivamente 3,2% e 10,2% face ao 4º trimestre de 2019 (-0,8% e -10,5%, pela mesma ordem, no trimestre terminado em novembro de 2020).

No conjunto do ano de 2020 as exportações e as importações de bens diminuíram 10,2% e 15,2%, respetivamente (+3,5% e +6,0% em 2019, pela mesma ordem), tendo o défice da balança comercial de bens diminuído 6 024 milhões de euros para 14 051 milhões de euros. Desde 2009 que as exportações de bens não apresentavam uma variação homóloga negativa. Excluindo Combustíveis e lubrificantes, em 2020 as exportações e as importações decresceram respetivamente 8,9% e 12,6% (+4,4% e +6,8% em 2019).

Em 2020, as exportações e importações de Combustíveis e lubrificantes diminuíram 32,1% e 35,6%, respetivamente, face ao ano anterior (ver caixa neste destaque), correspondendo à categoria económica com maiores decréscimos relativos no total do ano.

Apesar das circunstâncias determinadas pela pandemia COVID-19, o INE apela à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE. A qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia COVID-19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.


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