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Baixo Alentejo, Alto Tâmega, Alentejo Central e Médio Tejo registaram um aumento do número de novos contratos de arrendamento face ao período homólogo
Estatísticas de Rendas da Habitação ao nível local
Baixo Alentejo, Alto Tâmega, Alentejo Central e Médio Tejo registaram um aumento do número de novos contratos de arrendamento face ao período homólogo - 2.º Semestre de 2019
26 de março de 2020

Resumo

No 2º semestre de 2019, face ao semestre homólogo, o valor mediano das rendas de alojamentos familiares de novos contratos de arrendamento no país aumentou 10,8% (9,2% de variação homóloga no semestre anterior), fixando-se em 5,32 €/m2. O número de novos contratos diminuiu 6,4%, face ao 2º semestre de 2018 (-10,5% no semestre anterior). Pela primeira vez, desde o início da série (2º semestre de 2017), quatro sub-regiões NUTS III aumentaram o número de novos contratos de arrendamento, face ao período homólogo: Baixo Alentejo (+9,0%), Alto Tâmega (+8,7%), Alentejo Central (+5,1%) e Médio Tejo (+0,8%).
No período em análise, 39 municípios, localizados maioritariamente na Área Metropolitana de Lisboa e no Algarve, apresentaram um valor mediano superior ao nacional. Lisboa apresentou o valor mais elevado (11,96 €/m2), e com valores iguais ou superiores a 7 €/m2 destacavam-se também Cascais (10,71 €/m2), Oeiras (10,18 €/m2), Porto (8,83 €/m2), Amadora (8,33 €/m2), Almada (7,77 €/m2), Odivelas (7,67 €/m2), Matosinhos (7,55 €/m2), Loures (7,24 €/m2), Loulé e Albufeira (ambos 7,03 €/m2), mais três municípios que os assinalados no semestre anterior.
Em Lisboa, as freguesias Misericórdia (14,49 €/m2), Santo António (14,25 €/m2), Estrela (14,00 €/m2), Campo de Ourique (13,98 €/m2), Santa Maria Maior (13,90 €/m2) e Parque das Nações (13,55 €/m2) registaram valores superiores a 13,5 €/m2. No Porto, a União das freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde registou o valor mais elevado (9,50 €/m2) e a freguesia de Campanhã registou a maior taxa de variação homóloga (+21,8%) mas o menor valor de rendas (7,54 €/m2).

A informação deste destaque não reflete ainda a situação atual determinada pela pandemia Covid19. É de esperar que as tendências aqui analisadas se alterem substancialmente. De qualquer modo, a informação hoje disponibilizada é útil para estabelecer uma referência para avaliar desenvolvimentos futuros. Apesar das circunstâncias, tentaremos manter o calendário de produção e divulgação, embora seja natural alguma perturbação associada ao impacto da pandemia na obtenção de informação primária. Por esse motivo apelamos à melhor colaboração das empresas, das famílias e das entidades públicas na resposta às solicitações do INE, utilizando a Internet e o telefone como canais alternativos aos contatos presenciais. Na verdade a qualidade das estatísticas oficiais, particularmente a sua capacidade para identificar os impactos da pandemia Covid19, depende crucialmente dessa colaboração que o INE antecipadamente agradece.


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