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A mortalidade por tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão regista valores significativos a partir dos 45 anos
Causas de Morte
A mortalidade por tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão regista valores significativos a partir dos 45 anos - 2017
22 de fevereiro de 2019

Resumo

Em 2017, as doenças do aparelho circulatório e os tumores malignos continuaram a ser as duas principais causas básicas de morte no país, representando 29,4% e 25,0% do total de mortes, respetivamente. Prosseguindo a tendência observada nos últimos anos, a mortalidade associada às doenças do aparelho circulatório continuou a diminuir, ao contrário da relativa aos tumores malignos, que continuou a aumentar. As doenças do aparelho respiratório mantiveram-se como terceira causa de morte, com 11,6% da mortalidade total ocorrida no país.
As doenças cerebrovasculares, também designadas por acidentes vasculares cerebrais (AVC), estiveram na origem do maior número de óbitos (11 270), representando 10,2% da mortalidade em 2017.
As mortes por doença isquémica do coração representaram 6,6% da mortalidade (7 314 óbitos). Em comparação com outras doenças do aparelho circulatório, nomeadamente as doenças cerebrovasculares e o enfarte agudo do miocárdio, a doença isquémica do coração registou relativamente mais mortes nos grupos etários inferiores a 65 anos.
No conjunto dos tumores malignos, destacaram-se as mortes provocadas por tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão, que representaram 3,8% do total, e as causadas por tumores malignos do cólon, reto e ânus, com 3,5%. A taxa bruta de mortalidade devido aos tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão regista valores significativamente crescentes para 45 e mais anos.
A pneumonia é uma das principais doenças do aparelho respiratório e causou 5 623 óbitos em 2017, representando 5,1% na mortalidade em 2017.

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