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Morre-se mais de doenças do aparelho circulatório, mas os tumores malignos matam mais cedo
Causas de Morte
Morre-se mais de doenças do aparelho circulatório, mas os tumores malignos matam mais cedo - 2015
23 de maio de 2017

Resumo

As doenças do aparelho circulatório continuaram a ser a principal causa de morte em Portugal, com 29,8% dos óbitos registados, em 2015, mais 0,5% do que no ano anterior. No conjunto das doenças do aparelho circulatório, evidenciam-se os acidentes vasculares cerebrais (AVC) que representaram 10,8% do total de mortes no país, a doença isquémica do coração com 6,7%, e o enfarte agudo do miocárdio com 4,0%.
No mesmo ano de 2015, e à semelhança dos anos anteriores, os tumores malignos constituíram a segunda causa de morte no país, com 24,5% dos óbitos, o que corresponde a um aumento de 1,6% face a 2014. De entre os tumores malignos, salientam-se as mortes por tumores malignos da traqueia, brônquios e pulmão, com 3,7% dos óbitos no país, e os tumores malignos do cólon, reto e ânus, com 3,5% da mortalidade.
Embora os tumores malignos tenham afetado mortalmente menos pessoas do que as doenças do aparelho circulatório, o seu impacto é muito superior em termos de anos potenciais de vida perdidos: em 2015, perderam-se 111 820 anos potenciais de vida, devido a tumores malignos, mais do dobro dos anos potenciais de vida perdidos, devido a doenças do aparelho circulatório.
Em 2015, aumentaram as mortes devidas a doenças do aparelho respiratório (10,7% face a 2014) e as causadas por diabetes mellitus (3,1%).


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