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Índice de Bem-estar para 2015, estimado em 118,4, mantém a recuperação iniciada em 2013
Índice de Bem Estar
Índice de Bem-estar para 2015, estimado em 118,4, mantém a recuperação iniciada em 2013 - 2015
04 de novembro de 2016

Resumo

O Índice de Bem-estar (IBE) da população portuguesa evoluiu positivamente entre 2004 e 2011, tendo registado uma inflexão em 2012. Recuperou no ano seguinte e, em 2014, manteve essa recuperação, estimando-se uma continuação de crescimento para 2015, ano em que terá atingido os 118,4.
O INE apresenta os principais resultados da quarta edição do estudo “Índice de Bem-estar para Portugal”, o qual tem por base o ano de 2004 (2004=100). Este estudo baseia-se em metodologia definida por um conjunto de organizações internacionais, nomeadamente a OCDE e o Eurostat, aplicada por vários Institutos de Estatística. O Índice agora divulgado analisa o período 2004 - 2015, integrando resultados preliminares para 2015.
O IBE observa a evolução do bem-estar da população, recorrendo a dois índices sintéticos que traduzem duas perspetivas de análise: ‘Condições materiais de vida’ e ‘Qualidade de vida’.
Estes dois índices, que integram o IBE, têm evoluído genericamente em sentidos opostos, com o primeiro a evidenciar uma tendência decrescente, e o segundo a apresentar uma tendência crescente; a partir de 2013 iniciaram uma evolução no mesmo sentido: o da melhoria do bem-estar, em Portugal.
Dos 10 domínios que integram o IBE, a ‘Educação’, o ‘Ambiente’ e a ‘Participação cívica e governação’ são as componentes do bem-estar com evolução mais favorável no período analisado. Inversamente, os domínios ‘Trabalho e remuneração’ e ‘Vulnerabilidade económica’ são aqueles cuja evolução foi mais desfavorável.


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