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Consumo privado acelerou e Investimento desacelerou em abril. Exportações e importações nominais de bens aceleraram
Síntese Económica de Conjuntura
Consumo privado acelerou e Investimento desacelerou em abril. Exportações e importações nominais de bens aceleraram - Maio de 2015
18 de junho de 2015

Resumo
Em maio, os indicadores de confiança dos consumidores e de sentimento económico recuperaram ligeiramente na Área Euro (AE). No mesmo mês, os preços das matérias-primas e do petróleo apresentaram variações em cadeia de 1,1% e 4,1%, respetivamente (-0,2% e 7,1% em abril).
Em Portugal, o indicador de atividade económica diminuiu em abril, enquanto o indicador de clima económico, já disponível para maio, aumentou. Em abril, os Indicadores de Curto Prazo (ICP) apontam para um aumento da atividade económica na indústria e em setores de serviços e uma redução na construção e obras públicas. O indicador quantitativo do consumo privado registou um crescimento homólogo mais expressivo em abril, refletindo a aceleração da componente de consumo duradouro. O indicador de FBCF diminuiu no mesmo mês, devido à redução do contributo positivo das componentes de material de transporte e de máquinas e equipamentos. Em termos nominais, as exportações e importações de bens apresentaram variações homólogas de 8,2% e 7,4% em abril, respetivamente (3,8% e -1,4% em março). Refira-se que estes resultados poderão estar parcialmente influenciados pelo efeito de dias úteis, tendo-se registado no trimestre terminado em abril mais dois dias úteis que no trimestre homólogo.
De acordo com as estimativas mensais do Inquérito ao Emprego, a taxa de desemprego (15 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, passou de 13,2% em março para 13,0% em abril. A estimativa da população empregada (15 a 74 anos), ajustada de sazonalidade, aumentou 0,5% face ao mês anterior e 1,5% em termos homólogos.
O Índice de Preços no Consumidor (IPC) apresentou uma variação homóloga mensal de 1,0% em maio (0,4% em abril), observando-se uma taxa de variação de 0,6% na componente de bens (variação nula no mês anterior) e de 1,4% na de serviços (1,0% em abril).

Destaque
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