







<rss version="2.0">
 <channel>
     <title>Portal do INE - Canal Rss - Notas de Imprensa</title>
     <description>Rss Feed By INE</description>
     <link>http://www.ine.pt</link>
     <copyright>INE - Portugal </copyright> 

     <image>
     <url>http://www.ine.pt/img/s_logotipo.gif</url>
     <title>Portal do INE - Canal Rss - Notas de Imprensa</title>
     <link>http://www.ine.pt</link>
     </image>      


 
      <item>  
                <title><![CDATA[Mortalidade aumentou 1,8% em setembro de 2026, relativamente ao período homólogo de 2025]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em setembro de 2026, registaram-se 8 928 &oacute;bitos, menos 157 (-1,7%) do que no m&ecirc;s precedente. Comparativamente com o m&ecirc;s hom&oacute;logo de 2025, registou-se um acr&eacute;scimo de 160 &oacute;bitos (+1,8%). O n&uacute;mero de &oacute;bitos de crian&ccedil;as com menos de 1 ano foi de 15, menos oito do que em setembro de 2025.</p>
<p>Em agosto de 2026, registaram-se 7 267 nados-vivos, menos 367 (-4,8%) do que em julho de 2026, e menos 292&nbsp;(-3,9%) do que no m&ecirc;s hom&oacute;logo de 2025.</p>
<p>Em agosto de 2026, o saldo natural foi de -1 795, tendo-se desagravado em rela&ccedil;&atilde;o ao do m&ecirc;s hom&oacute;logo de 2025, quando registou o valor de <br />-2 319.</p>
<p>Em agosto de 2026, celebraram-se 5 145 casamentos, mais 438 (+9,3%) do que em julho de 2026 e mais 160 (+4,6%) do que em agosto de 2025.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770289426&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Quase um terço da população (32,1%) consumia peixe ou marisco transformado e/ou carne processada uma a três vezes por semana]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Estat&iacute;stica divulgou os principais resultados do Inqu&eacute;rito Nacional de Sa&uacute;de (INS), realizado no 4.&ordm; trimestre de 2025, no dia 24 de junho de 2026. Neste Destaque, aprofunda-se a informa&ccedil;&atilde;o relacionada com as determinantes da sa&uacute;de em 2025 da popula&ccedil;&atilde;o residente nas dimens&otilde;es seguintes:</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>atividade f&iacute;sica: 28,5% da popula&ccedil;&atilde;o residente com 15 ou mais anos n&atilde;o se deslocava a p&eacute; em nenhum dia de uma semana normal e mais de metade (53,4%) da popula&ccedil;&atilde;o residente com 15 ou mais anos n&atilde;o praticava exerc&iacute;cio f&iacute;sico;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>consumo de alimentos: mais de metade da popula&ccedil;&atilde;o com 15 ou mais anos consumia diariamente fruta (68,3% das pessoas) e leite e produtos l&aacute;cteos (57,5%), quase um ter&ccedil;o da popula&ccedil;&atilde;o (32,1%) consumia peixe ou marisco transformado e/ou carne processada uma a tr&ecirc;s vezes por semana e os refrigerantes a&ccedil;ucarados eram consumidos diariamente por 8,0% da popula&ccedil;&atilde;o;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>excesso de peso e obesidade: mais de metade da popula&ccedil;&atilde;o com 18 ou mais anos (57,1%) tinha excesso de peso (pr&eacute;-obesidade) ou obesidade, isto &eacute;, tinha um &iacute;ndice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 25 kg/m2;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>consumo de bebidas alco&oacute;licas: 55,9% das pessoas com 15 ou mais anos consumiam &aacute;lcool regularmente (15,3% diariamente e 40,6% regularmente, mas n&atilde;o todos os dias) e 42,5% da popula&ccedil;&atilde;o com 15 ou mais anos com consumo de bebidas alco&oacute;licas nos 12 meses anteriores &agrave; entrevista indicaram ter consumido, pelo menos uma vez, seis ou mais bebidas numa &uacute;nica ocasi&atilde;o (consumo arriscado);</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>consumo de tabaco: 14,6% da popula&ccedil;&atilde;o com 15 ou mais anos era fumadora, 12,7% fumava diariamente e 22,7% era ex-fumadora;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>literacia em sa&uacute;de, que diminu&iacute;a em fun&ccedil;&atilde;o da idade e aumentava em fun&ccedil;&atilde;o do n&iacute;vel de escolaridade, com uma propor&ccedil;&atilde;o de pessoas que autoavaliaram o seu n&iacute;vel de literacia em sa&uacute;de como adequado de 56,6% aos 15-24 anos, que compara com 16,6% aos 85 ou mais anos, e de 35,1% da popula&ccedil;&atilde;o com o ensino b&aacute;sico, que compara 59,8% com ensino superior.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=819996117&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Balança Alimentar Portuguesa - Aplicação Interativa]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O INE disponibiliza uma nova Aplica&ccedil;&atilde;o Interativa da Balan&ccedil;a Alimentar Portuguesa (BAP), que permite explorar a evolu&ccedil;&atilde;o das disponibilidades alimentares para consumo humano e a sua composi&ccedil;&atilde;o energ&eacute;tica e nutricional. A aplica&ccedil;&atilde;o re&uacute;ne 22 indicadores, organizados em 9 temas, incluindo os indicadores per capita relativos ao per&iacute;odo de 2021 a 2024, revistos na sequ&ecirc;ncia da atualiza&ccedil;&atilde;o das Estimativas Anuais de Popula&ccedil;&atilde;o Residente.&nbsp;</p>
<p>Consulte a <a href="https://www.ine.pt/scripts/balimentar/balimentar.html" target="_blank">Aplica&ccedil;&atilde;o Interativa da Balan&ccedil;a Alimentar Portuguesa</a></p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=821165295&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Quatro anos consecutivos de crescimento económico e redução das emissões de gases com efeito de estufa]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Pela primeira vez desde o in&iacute;cio da s&eacute;rie estat&iacute;stica, em 1995, Portugal registou quatro anos consecutivos de crescimento econ&oacute;mico acompanhado por uma redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de gases com efeito de estufa (GEE). Esta evolu&ccedil;&atilde;o evidencia a continuidade da dissocia&ccedil;&atilde;o entre a atividade econ&oacute;mica e as emiss&otilde;es de GEE.</p>
<p>Em 2024, as emiss&otilde;es de gases com efeito de estufa, expressas em Potencial de Aquecimento Global (GWP), diminu&iacute;ram 2,8% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, totalizando 52,0 milh&otilde;es de toneladas de CO2 equivalente, o valor mais baixo da s&eacute;rie iniciada em 1995. Esta redu&ccedil;&atilde;o ocorreu num contexto de crescimento econ&oacute;mico, com o Produto Interno Bruto (PIB) a pre&ccedil;os de mercado a aumentar 2,7%.</p>
<p>A redu&ccedil;&atilde;o das emiss&otilde;es de GEE (-2,8%), conjugada com o crescimento do PIB a pre&ccedil;os de mercado (+2,7%), traduziu-se numa descida de 5,4% da Intensidade Carb&oacute;nica da economia portuguesa, que atingiu o valor mais baixo da s&eacute;rie estat&iacute;stica.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770294771&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Movimento de passageiros nos aeroportos aumentou 2,0%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em <strong>agosto de 2026</strong>, os aeroportos nacionais movimentaram 7,9 milh&otilde;es de passageiros e 22,0 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a aumentos hom&oacute;logos de 2,0% e 7,2%, respetivamente (+2,0% e +4,4% no m&ecirc;s anterior, pela mesma ordem).</p>
<p>Nesse m&ecirc;s, desembarcaram, em m&eacute;dia, 124,9 mil passageiros por dia, mais 2,1% face a agosto de 2025.</p>
<p><strong>Entre janeiro e agosto de 2026</strong>, o n&uacute;mero de passageiros movimentados aumentou 2,4% e o movimento de carga e correio cresceu 1,7% (+4,9% e +2,1% no mesmo per&iacute;odo de 2025, pela mesma ordem).</p>
<p>O Reino Unido manteve-se como o principal pa&iacute;s de origem e de destino dos voos com passageiros. Espanha ultrapassou Fran&ccedil;a, passando a ocupar a 2&ordf; posi&ccedil;&atilde;o entre os principais pa&iacute;ses de origem e de destino.</p>
<p></p>
<p>Consulte a informa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da <a href="https://www.ine.pt/scripts/transp_aero.html" target="_blank">Aplica&ccedil;&atilde;o Interativa das Estat&iacute;sticas do Transporte A&eacute;reo</a>.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=707270022&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Taxa de variação homóloga do IPC aumentou para 3,6%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>A varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do <strong>&Iacute;ndice de Pre&ccedil;os no Consumidor (IPC)</strong> foi 3,6% em setembro de 2026, taxa superior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) &agrave; registada no m&ecirc;s anterior. A acelera&ccedil;&atilde;o do IPC &eacute; explicada em grande medida pelo aumento do pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis. O indicador de infla&ccedil;&atilde;o subjacente (&iacute;ndice total excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos) registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,7% (2,6% em agosto). A varia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice relativo aos produtos energ&eacute;ticos aumentou para 15,3% (12,2% no m&ecirc;s anterior) e o &iacute;ndice referente aos produtos alimentares n&atilde;o transformados registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 3,7% (3,4% em agosto).&nbsp;</p>
<p>A varia&ccedil;&atilde;o mensal do IPC foi 1,2% (nula no m&ecirc;s precedente e 0,9% em setembro de 2025). A varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos &uacute;ltimos doze meses foi 2,8% (2,7% no m&ecirc;s anterior).&nbsp;</p>
<p>O <strong>&Iacute;ndice Harmonizado de Pre&ccedil;os no Consumidor (IHPC)</strong> portugu&ecirc;s apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 3,6%, taxa id&ecirc;ntica &agrave; do m&ecirc;s anterior e inferior em 0,2 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a &aacute;rea do Euro (em agosto, a taxa de varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do IHPC portugu&ecirc;s tinha sido superior em 0,4 p.p. &agrave; da &aacute;rea do Euro).</p>
<p>Excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos, o IHPC em Portugal atingiu uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,7% em setembro (2,9% em agosto), taxa superior &agrave; da &aacute;rea do Euro (estimada em 2,2%).</p>
<p>O IHPC registou uma varia&ccedil;&atilde;o mensal de 1,0% (0,3% no m&ecirc;s anterior e 1,0% em setembro de 2025) e uma varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos &uacute;ltimos doze meses de 2,8% (2,6% no m&ecirc;s precedente).</p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770566592&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Produção na Construção cresceu 1,9%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O &Iacute;ndice de Produ&ccedil;&atilde;o na Constru&ccedil;&atilde;o aumentou 1,9% em agosto, varia&ccedil;&atilde;o inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) &agrave; observada no m&ecirc;s anterior.</p>
<p>O &iacute;ndice de emprego acelerou 0,1 p.p., para 1,9%, e as remunera&ccedil;&otilde;es desaceleram 1,7 p.p., para uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 7,2%.</p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770285500&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Volume de Negócios nos Serviços cresceu 5,3%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em agosto, o &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios nos Servi&ccedil;os registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga nominal de 5,3%, correspondendo a uma acelera&ccedil;&atilde;o de 2,3 pontos percentuais (p.p.) face ao m&ecirc;s anterior. Em termos reais, o &iacute;ndice deflacionado aumentou 1,0% (em julho, tinha diminu&iacute;do 1,8%).&nbsp;</p>
<p>Na compara&ccedil;&atilde;o mensal, o &iacute;ndice nominal cresceu 1,5%, ap&oacute;s a contra&ccedil;&atilde;o de 1,0% observada em julho.</p>
<p>Os &iacute;ndices de emprego, remunera&ccedil;&otilde;es e horas trabalhadas, ajustados de efeitos de calend&aacute;rio, apresentaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de 0,7%, 6,2% e 0,6%, respetivamente (1,4%, 7,2% e 0,4%, em julho).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770288768&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 12 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Exportações e importações aumentaram]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em agosto de 2026, as exporta&ccedil;&otilde;es e as importa&ccedil;&otilde;es de bens registaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas nominais de, respetivamente, +6,8% e +2,8% (+7,8% e +0,7%, pela mesma ordem, em julho de 2026). Quando exclu&iacute;das as transa&ccedil;&otilde;es sem transfer&ecirc;ncia de propriedade (TTE), isto &eacute;, transa&ccedil;&otilde;es com vista a ou na sequ&ecirc;ncia de trabalhos por encomenda, os crescimentos foram mais expressivos em ambos os fluxos: +11,6% nas exporta&ccedil;&otilde;es e +7,7% nas importa&ccedil;&otilde;es (+8,2% e +5,7%, respetivamente, em julho de 2026). Com as exporta&ccedil;&otilde;es a crescerem mais do que as importa&ccedil;&otilde;es, o d&eacute;fice da balan&ccedil;a comercial de bens registou um desagravamento de 115 milh&otilde;es de euros face a agosto de 2025, situando-se em 2 991 milh&otilde;es de euros. No entanto, quando exclu&iacute;das as TTE, o d&eacute;fice comercial registou um agravamento de 47 milh&otilde;es de euros, totalizando 3 024 milh&otilde;es de euros.</p>
<p>Em agosto de 2026, o &iacute;ndice de valor unit&aacute;rio (pre&ccedil;os) das exporta&ccedil;&otilde;es manteve a trajet&oacute;ria de crescimento iniciada em mar&ccedil;o, registando uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga positiva de 6,8% (+5,6% em julho de 2026 e -1,8% em agosto de 2025). Nas importa&ccedil;&otilde;es, o &iacute;ndice registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga id&ecirc;ntica &agrave; do m&ecirc;s anterior (+5,1%), correspondendo &agrave; quinta varia&ccedil;&atilde;o positiva consecutiva (-3,0% em agosto de 2025).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770286175&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Volume de Negócios na Indústria aumentou 2,9%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em agosto, o &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios na Ind&uacute;stria apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga nominal de 2,9% (4,6% no m&ecirc;s anterior). Excluindo o agrupamento da Energia, o volume de neg&oacute;cios diminuiu 1,0% (aumento de 2,6% em julho). O &iacute;ndice relativo ao mercado nacional desacelerou 1,6 pontos percentuais (p.p.), para uma taxa de varia&ccedil;&atilde;o de 4,7% em agosto, enquanto o referente ao mercado externo passou de um crescimento de 1,7% em julho, para um decr&eacute;scimo de 0,1% no m&ecirc;s em an&aacute;lise.</p>
<p>O emprego e as horas trabalhadas registaram diminui&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de 0,5% e 1,4% (-0,3% e -1,7% em julho), enquanto as remunera&ccedil;&otilde;es aumentaram 4,0% (4,6% no m&ecirc;s anterior).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770284377&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Custos de construção de habitação nova aumentaram 7,5%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em agosto, estima-se que os custos de constru&ccedil;&atilde;o de habita&ccedil;&atilde;o nova tenham aumentado 7,5% em termos hom&oacute;logos, situando-se 1,0 pontos percentuais (p.p.) acima da varia&ccedil;&atilde;o observada no m&ecirc;s anterior. O pre&ccedil;o dos materiais registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 7,1% e o custo da m&atilde;o de obra aumentou 8,0%.&nbsp;</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770285086&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Quase um quinto das pessoas dos 25 aos 34 anos recorreram a pelo menos uma consulta com um profissional de saúde mental]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Estat&iacute;stica divulgou os principais resultados do Inqu&eacute;rito Nacional de Sa&uacute;de (INS), realizado no 4.&ordm; trimestre de 2025, no dia 24 de junho de 2026. Neste Destaque, aprofunda-se a informa&ccedil;&atilde;o relacionada com a sa&uacute;de mental da popula&ccedil;&atilde;o residente nas dimens&otilde;es seguintes:</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>em 2025, a depress&atilde;o afetava quase um d&eacute;cimo (9,8%) das pessoas com 85 ou mais anos;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>quase um quinto (19,3%) das pessoas dos 25 aos 34 anos recorreram a pelo menos uma consulta com um profissional de sa&uacute;de mental;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>o consumo regular de medicamentos para a ins&oacute;nia, a ansiedade e a depress&atilde;o era mais frequente nas mulheres (20,0%, 16,4% e 12,9%, respetivamente) do que nos homens (9,1%, 7,5% e 5,5%);</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>a literacia em sa&uacute;de mental aumentava com o n&iacute;vel de escolaridade: a propor&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o com ensino superior que classificou como f&aacute;cil ou muito f&aacute;cil a sua capacidade em &lsquo;saber mais sobre atividades boas para o bem-estar mental&rsquo; e em &lsquo;encontrar informa&ccedil;&otilde;es para lidar com problemas de sa&uacute;de mental&rsquo; foi de 88,7% e 74,6%, respetivamente, que compara com 66,3% e 53,5% para a popula&ccedil;&atilde;o com ensino b&aacute;sico;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>o &iacute;ndice de bem-estar mental era mais baixo para as mulheres (68 contra 75 para os homens) e para os mais idosos (62 para as pessoas com 85 ou mais anos e 79 para as pessoas dos 15 aos 24 anos);</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>o grau de satisfa&ccedil;&atilde;o com a vida aumentava com o n&iacute;vel de escolaridade: 84,9% da popula&ccedil;&atilde;o com ensino superior manifestava-se bastante satisfeita, satisfeita ou razoavelmente satisfeita com a vida.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=818450990&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 09 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Preços na Produção de Serviços aumentaram 3,2%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>No 2.&ordm; trimestre de 2026, o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os na Produ&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os (IPPS) registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 3,2%, o que representa uma desacelera&ccedil;&atilde;o de 0,8 pontos percentuais (p.p.) face &agrave; taxa observada no 1.&ordm; trimestre de 2026.</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior, o IPPS aumentou 3,9% (varia&ccedil;&atilde;o de 0,1% no per&iacute;odo precedente e de 4,7% no per&iacute;odo hom&oacute;logo).</p>
<p>A taxa de varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia do ano terminado no 2.&ordm; trimestre de 2026 situou-se em 3,5% (id&ecirc;ntica &agrave; do 1.&ordm; trimestre de 2026).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770288417&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 06 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[45,9% dos idosos têm dificuldade na realização de pelo menos uma atividade doméstica e 16,9% têm dificuldade na realização de cuidados pessoais]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Estat&iacute;stica divulgou os principais resultados do Inqu&eacute;rito Nacional de Sa&uacute;de (INS) realizado no 4.&ordm; trimestre de 2025 no dia 24 de junho de 2026. Neste Destaque, aprofunda-se a informa&ccedil;&atilde;o relacionada com a sa&uacute;de da popula&ccedil;&atilde;o residente com 65 ou mais anos nas dimens&otilde;es seguintes:</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>dificuldades sensoriais ou f&iacute;sicas, com os resultados a evidenciar que as dificuldades em morder ou mastigar (17,1% dos idosos) e subir ou descer 12 degraus sem ajuda (16,9%) eram as mais referidas pelas pessoas idosas;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>barreiras &agrave; participa&ccedil;&atilde;o em aspetos espec&iacute;ficos da vida devido a problemas de sa&uacute;de prolongados, com a popula&ccedil;&atilde;o idosa a referir sobretudo os obst&aacute;culos &agrave; mobilidade: na utiliza&ccedil;&atilde;o de meios de transporte (16,9% dos idosos), no acesso e utiliza&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios e instala&ccedil;&otilde;es (16,0%) e na mobilidade fora de casa (15,7%);</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>dificuldades nos cuidados pessoais e na realiza&ccedil;&atilde;o das atividades dom&eacute;sticas, com 45,9% dos idosos a referirem dificuldade em pelo menos uma atividade dom&eacute;stica, enquanto 16,9% dos idosos referiam ter pelo menos uma dificuldade na realiza&ccedil;&atilde;o de cuidados pessoais;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>cuidados informais, com 22,4% dos idosos a referirem ter recebido apoio ou assist&ecirc;ncia informal e 11,9% dos idosos a terem prestado cuidados informais a outras pessoas;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>suporte social, com mais de um ter&ccedil;o dos idosos (34,3%) a beneficiar de um suporte social forte;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>vacina&ccedil;&atilde;o, observando-se taxas de vacina&ccedil;&atilde;o contra a gripe e a COVID-19 mais elevadas do que registadas para a pneumonia e, em geral, propor&ccedil;&otilde;es de popula&ccedil;&atilde;o idosa vacinada mais reduzidas nas Regi&otilde;es Aut&oacute;nomas;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>doen&ccedil;as cr&oacute;nicas, com os resultados a revelarem que a hipertens&atilde;o arterial afeta 55,5% dos idosos e que metade daquele segmento populacional sofre com dores lombares ou outros problemas cr&oacute;nicos nas costas;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>consumo de medicamentos, destacando-se a maior express&atilde;o do consumo habitual de medicamentos prescritos associados &agrave; hipertens&atilde;o arterial, &agrave; diabetes e a n&iacute;veis elevados de gordura no sangue na popula&ccedil;&atilde;o idosa do que nas pessoas dos 15 aos 64 anos; verifica-se ainda que a popula&ccedil;&atilde;o idosa recorria habitualmente menos ao consumo de medicamentos para tratar a depress&atilde;o e a ansiedade do que as pessoas dos 15 aos 64 anos;</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>acidentes dom&eacute;sticos ou de lazer, confirmando-se que a ocorr&ecirc;ncia de acidentes dom&eacute;sticos ou de lazer com les&atilde;o aumenta com a idade, atingindo 9,7% das pessoas com 85 ou mais anos, o que compara com 6,4% para a popula&ccedil;&atilde;o com 65 ou mais anos e com 3,2% para as pessoas dos 15 aos 64 anos.</p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=818026998&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Produção Industrial diminuiu 3,8%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O &Iacute;ndice de Produ&ccedil;&atilde;o Industrial apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de -3,8%, em agosto (-0,8% em julho). Excluindo o agrupamento de Energia esta varia&ccedil;&atilde;o foi de -3,6% (-0,8% no m&ecirc;s precedente). A taxa de varia&ccedil;&atilde;o da sec&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias Transformadoras situou-se em -5,0% (-1,9% em julho). A varia&ccedil;&atilde;o mensal do &iacute;ndice agregado foi de -2,0% (0,4% no m&ecirc;s anterior).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770283358&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Taxa de variação homóloga do IPC terá aumentado para 3,6%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Tendo por base a informa&ccedil;&atilde;o j&aacute; apurada, a taxa de varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os no Consumidor (IPC) ter&aacute; aumentado para 3,6% em setembro de 2026, taxa superior em 0,3 pontos percentuais (p.p.) &agrave; observada no m&ecirc;s anterior. A acelera&ccedil;&atilde;o do IPC &eacute; explicada em grande medida pelo aumento do pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis. O indicador de infla&ccedil;&atilde;o subjacente (&iacute;ndice total excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos) ter&aacute; registado uma varia&ccedil;&atilde;o de 2,7%, taxa superior em 0,1 p.p. &agrave; do m&ecirc;s precedente. A varia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice relativo aos produtos energ&eacute;ticos aumentou para 15,4% (12,2% no m&ecirc;s anterior) e o &iacute;ndice referente aos produtos alimentares n&atilde;o transformados registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 3,6% (3,4% em agosto).</p>
<p>Comparativamente com o m&ecirc;s anterior, a varia&ccedil;&atilde;o do IPC ter&aacute; aumentado para 1,2% (nula em agosto e 0,9% em setembro de 2025).&nbsp;</p>
<p>Estima-se uma varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia nos &uacute;ltimos doze meses de 2,8% (2,7% no m&ecirc;s anterior).</p>
<p>O &Iacute;ndice Harmonizado de Pre&ccedil;os no Consumidor (IHPC) portugu&ecirc;s ter&aacute; registado uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 3,6% (valor id&ecirc;ntico em agosto).&nbsp;</p>
<p>Os dados definitivos referentes ao IPC do m&ecirc;s de setembro ser&atilde;o publicados no pr&oacute;ximo dia 13 de outubro.</p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770565952&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[A taxa de desemprego situou-se em 5,7% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,7%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Julho de 2026 (estimativas definitivas):</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>A taxa de desemprego situou-se em 5,7%, valor igual ao de abril e de junho de 2026 e inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) ao de julho de 2025.</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho situou-se em 9,6%, valor superior ao do m&ecirc;s anterior (0,3 p.p.) e inferior ao de tr&ecirc;s meses antes (0,1 p.p.) e ao do m&ecirc;s hom&oacute;logo de 2025 (0,4 p.p.).</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>A taxa de desemprego de homens situou-se em 4,9%, alcan&ccedil;ando o valor mais baixo desde fevereiro de 1998.</p>
<p></p>
<p>Agosto de 2026 (estimativas provis&oacute;rias):</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>A taxa de desemprego situou-se em 5,7%, valor igual ao de julho de 2026, superior ao de maio do mesmo ano (0,1 p.p.) e inferior ao de agosto de 2025 (0,2 p.p.).</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho foi estimada em 9,7%, valor superior ao do m&ecirc;s anterior (0,1 p.p.) e ao de tr&ecirc;s meses antes (0,2 p.p.), mas inferior ao do mesmo m&ecirc;s do ano anterior (0,4 p.p.).</p>
<p></p>
<p>As estimativas mensais de emprego e desemprego divulgadas no presente Destaque t&ecirc;m ainda por refer&ecirc;ncia as estimativas de popula&ccedil;&atilde;o residente calculadas a partir dos resultados definitivos dos Censos 2021. No seguimento da divulga&ccedil;&atilde;o das estimativas anuais de popula&ccedil;&atilde;o residente de base administrativa para o ano de 2025 e da revis&atilde;o para o per&iacute;odo de 2021 a 2024, as estimativas mensais de emprego e desemprego ser&atilde;o revistas em 4 de mar&ccedil;o de 2027.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770287807&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Crescimento das dormidas de residentes abrandou e de não residentes acelerou]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em agosto de 2026, o setor do alojamento tur&iacute;stico registou 3,9 milh&otilde;es de h&oacute;spedes (+1,9%) e 10,9 milh&otilde;es de dormidas (+1,7%). Os proveitos totais ascenderam a 1,1 mil milh&otilde;es de euros e os proveitos de aposento a 846,6 milh&otilde;es de euros, correspondendo a um crescimento de 4,6% em ambos os indicadores.</p>
<p>O crescimento das dormidas foi sustentado tanto pelos residentes como pelos n&atilde;o residentes. As dormidas dos residentes aumentaram 1,5% para 3,9 milh&otilde;es, abrandando face a julho (+4,1%). Em sentido contr&aacute;rio, as dormidas de n&atilde;o residentes aceleraram, crescendo 1,9% para 7,0 milh&otilde;es (+0,8% em julho).</p>
<p>Entre os dez principais mercados emissores, destacaram-se os mercados polaco e canadiano com os maiores crescimentos (+11,7% e +11,2%, respetivamente). Em contrapartida, o mercado franc&ecirc;s continuou a registar o maior decr&eacute;scimo (-7,6%).</p>
<p>No mesmo m&ecirc;s, o rendimento m&eacute;dio por quarto dispon&iacute;vel (RevPAR) fixou-se em 119,1 euros (+1,5%), enquanto o rendimento m&eacute;dio por quarto ocupado (ADR) atingiu 163,2 euros (+3,0%).&nbsp;</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770296080&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Vendas no Comércio cresceram 1,7%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios no Com&eacute;rcio registou, em agosto, uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 1,7%, superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) &agrave; observada no m&ecirc;s anterior. Esta evolu&ccedil;&atilde;o refletiu comportamentos distintos entre o com&eacute;rcio a retalho, que cresceu 2,4% (desacelera&ccedil;&atilde;o de 0,2 p.p. face a julho), e o com&eacute;rcio por grosso, que aumentou 1,5%, ap&oacute;s contra&ccedil;&atilde;o de 0,3% observada no m&ecirc;s precedente. Por sua vez, o com&eacute;rcio, manuten&ccedil;&atilde;o e repara&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos autom&oacute;veis registou um abrandamento de 3,3 p.p., para uma taxa de varia&ccedil;&atilde;o de 0,8%.</p>
<p>Os &iacute;ndices de emprego, remunera&ccedil;&otilde;es e horas trabalhadas ajustado de efeitos de calend&aacute;rio, apresentaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de 0,9%, 5,8% e 1,4% em agosto, respetivamente (1,0%, 6,3% e 1,3% em julho).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770287304&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[A renda mediana de novos contratos de arrendamento atingiu 10,17 €/m2, tendo aumentado 10,2% em relação ao período homólogo]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>No 2.&ordm; trimestre de 2026, a renda mediana dos 35 407 novos contratos de arrendamento em Portugal atingiu 10,17 &euro;/m2. Este valor representa um crescimento hom&oacute;logo de 10,2%, superior ao observado no trimestre anterior (9,1%). Quando comparado com o 2.&ordm; trimestre de 2025, o n&uacute;mero de novos contratos de arrendamento aumentou 0,4%.</p>
<p>A renda mediana aumentou em todas as sub-regi&otilde;es NUTS III. As rendas mais elevadas registaram-se na Grande Lisboa (15,24 &euro;/m2), na Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira (12,78 &euro;/m2), na Pen&iacute;nsula de Set&uacute;bal (11,99 &euro;/m2), no Algarve (11,56 &euro;/m2) e na &Aacute;rea Metropolitana do Porto (10,83 &euro;/m2).</p>
<p>No 2.&ordm; trimestre de 2026, verificou-se um aumento hom&oacute;logo da renda mediana nos 24 munic&iacute;pios com mais de 100 mil habitantes, destacando-se Guimar&atilde;es (20,7%) com a maior varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga e Lisboa com a maior renda mediana (17,79 &euro;/m2), embora com uma taxa de varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga (5,1%) inferior &agrave; nacional (10,2%). Dez dos 24 munic&iacute;pios com mais de 100 mil habitantes apresentaram taxas de varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do n&uacute;mero de novos contratos superiores &agrave; nacional (0,4%), destacando-se a Almada (17,2%), com a maior varia&ccedil;&atilde;o.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770299146&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>
 
</channel>
</rss>

