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     <title>Portal do INE - Canal Rss - Notas de Imprensa</title>
     <description>Rss Feed By INE</description>
     <link>http://www.ine.pt</link>
     <copyright>INE - Portugal </copyright> 

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     <title>Portal do INE - Canal Rss - Notas de Imprensa</title>
     <link>http://www.ine.pt</link>
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      <item>  
                <title><![CDATA[Taxa de juro no crédito à habitação desceu para 3,077%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>A taxa de juro impl&iacute;cita no conjunto dos contratos de cr&eacute;dito &agrave; habita&ccedil;&atilde;o registou uma descida para 3,077% em abril, traduzindo uma diminui&ccedil;&atilde;o de 1,1 pontos base (p.b.) face a mar&ccedil;o (3,088%). Nos contratos celebrados nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses, a taxa de juro subiu de 2,830% em mar&ccedil;o para 2,833% em abril. A presta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia fixou-se em 404 euros, 2 euros acima do m&ecirc;s anterior e mais 8 euros que em abril de 2025. No &uacute;ltimo m&ecirc;s, a parcela relativa a juros representou 48,8% da presta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia. Nos contratos celebrados nos &uacute;ltimos 3 meses, o valor m&eacute;dio da presta&ccedil;&atilde;o aumentou 2 euros, para 702 euros, verificando-se uma subida de 13,0% em termos hom&oacute;logos. O capital m&eacute;dio em d&iacute;vida para a totalidade dos cr&eacute;ditos &agrave; habita&ccedil;&atilde;o aumentou 536 euros, atingindo 77 614 euros.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770292389&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 21 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Preços na Produção Industrial cresceram 3,8%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os na Produ&ccedil;&atilde;o Industrial (IPPI) registou um aumento hom&oacute;logo de 3,8% em abril, (varia&ccedil;&atilde;o nula no m&ecirc;s anterior), conduzindo &agrave; maior acelera&ccedil;&atilde;o dos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Esta evolu&ccedil;&atilde;o foi sobretudo explicada pela varia&ccedil;&atilde;o de 17,2% verificada no agrupamento da Energia, sem a qual o IPPI teria apresentado um crescimento de 1,4% (0,1% em mar&ccedil;o).</p>
<p>A varia&ccedil;&atilde;o mensal situou-se em 2,4%, em contraste com a redu&ccedil;&atilde;o de 1,4% registada em abril de 2025.</p>
<p></p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770283786&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 19 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Em termos reais, a remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 2,7%.]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>A remunera&ccedil;&atilde;o bruta total mensal m&eacute;dia por trabalhador (por posto de trabalho) aumentou 5,0%, para 1 611 Euros, no trimestre terminado em mar&ccedil;o de 2026 (correspondente ao 1.&ordm; trimestre do ano), em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2025. A componente regular e a componente base daquela remunera&ccedil;&atilde;o aumentaram, ambas, 5,1%, situando-se em 1 428 Euros e 1 335 Euros, respetivamente. Em termos reais, tendo por refer&ecirc;ncia a varia&ccedil;&atilde;o do &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os do Consumidor, a remunera&ccedil;&atilde;o bruta total mensal m&eacute;dia aumentou 2,7%, enquanto as componentes regular e base aumentaram, ambas, 2,8%. Estes resultados abrangem 4,8 milh&otilde;es de postos de trabalho, correspondentes a benefici&aacute;rios da Seguran&ccedil;a Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposenta&ccedil;&otilde;es, mais 1,9% do que no mesmo per&iacute;odo de 2025.</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o a mar&ccedil;o de 2025, a remunera&ccedil;&atilde;o bruta total mensal m&eacute;dia aumentou em quase todas as dimens&otilde;es de an&aacute;lise deste Destaque (atividade econ&oacute;mica, dimens&atilde;o de empresa, sector institucional, intensidade tecnol&oacute;gica e intensidade de conhecimento). Os maiores aumentos foram observados nas atividades de &ldquo;Agricultura, floresta e pesca&rdquo; (sec&ccedil;&atilde;o A; 10,0%), nas empresas de 10 a 19 trabalhadores (6,0%), no sector privado (5,3%) e nas empresas de &ldquo;Alta tecnologia industrial&rdquo; (7,2%).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=771838596&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 15 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Dormidas mantiveram crescimento]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O <strong>setor do alojamento tur&iacute;stico</strong> registou 5,8 milh&otilde;es de h&oacute;spedes e 13,6 milh&otilde;es de dormidas no <strong>1.&ordm; trimestre de 2026</strong>, correspondendo a varia&ccedil;&otilde;es de +1,5% e de +1,3%, respetivamente (+2,9% e +1,9%, pela mesma ordem, no 4.&ordm; trimestre de 2025). Os proveitos totais atingiram 1,0 mil milh&otilde;es de euros e os de aposento totalizaram 734,5 milh&otilde;es de euros, traduzindo acr&eacute;scimos de 5,5% e 5,1%, respetivamente (+5,5% e +4,5% no trimestre anterior).&nbsp;</p>
<p>Os mercados externos mantiveram-se predominantes (68,0% do total), ao atingirem 9,2 milh&otilde;es de dormidas (+1,4%). Por sua vez, as dormidas de residentes aumentaram 1,2%, totalizando 4,3 milh&otilde;es.</p>
<p>No 1.&ordm; trimestre do ano, a depend&ecirc;ncia dos mercados externos, medida pela propor&ccedil;&atilde;o de dormidas de n&atilde;o residentes, foi mais elevada na RA Madeira (85,9% do total), seguida do Algarve (80,9%) e da Grande Lisboa (78,6%). Em contraste, o Centro e o Alentejo apresentaram menor depend&ecirc;ncia dos mercados externos (23,5% e 32,1%, respetivamente).</p>
<p>A Grande Lisboa foi a regi&atilde;o com maior concentra&ccedil;&atilde;o de dormidas no 1.&ordm; trimestre de 2026 (28,6% do total), seguida do Norte (18,9%) e do Algarve (18,5%). As dormidas de residentes concentraram-se sobretudo no Norte (24,6% do total), enquanto as dos n&atilde;o residentes ocorreram, principalmente, na Grande Lisboa (33,1% do total).</p>
<p>De acordo com a informa&ccedil;&atilde;o da Declara&ccedil;&atilde;o Mensal de Remunera&ccedil;&otilde;es transmitida pelas empresas &agrave; Seguran&ccedil;a Social (DMR/SS) e da Rela&ccedil;&atilde;o Contributiva dos subscritores da Caixa Geral de Aposenta&ccedil;&otilde;es (RC/CGA), a remunera&ccedil;&atilde;o bruta mensal por trabalhador ao servi&ccedil;o (por posto de trabalho) nas atividades de Alojamento (divis&atilde;o 55 da CAE-Rev.3) aumentou 5,0% no 1.&ordm; trimestre de 2026, face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo, fixando-se em 1 351 euros. Este valor situou-se 259 euros abaixo do registado no total da economia, em que a remunera&ccedil;&atilde;o bruta mensal aumentou tamb&eacute;m 5,0% no mesmo per&iacute;odo.</p>
<p>Importa assinalar que os resultados do 1.&ordm; trimestre poder&atilde;o ter sido influenciados pela estrutura m&oacute;vel do calend&aacute;rio, ou seja, pelo efeito associado ao per&iacute;odo da P&aacute;scoa.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=771152705&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 15 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Em março de 2026 número de nados-vivos aumentou 2,7% em relação a março de 2025]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em abril de 2026, registaram-se 9 289 &oacute;bitos, menos 1 279 (-12,1%) do que no m&ecirc;s precedente. Comparativamente com o m&ecirc;s hom&oacute;logo de 2025, registou-se um decr&eacute;scimo de 560 &oacute;bitos (-5,7%). O n&uacute;mero de &oacute;bitos de crian&ccedil;as com menos de 1 ano foi de 21, mais oito do que em abril de 2025.</p>
<p>Em mar&ccedil;o de 2026, registaram-se 7 195 nados-vivos, mais 703 (+10,8%) do que em fevereiro de 2026 e mais 188 (+2,7%) do que no m&ecirc;s hom&oacute;logo de 2025.</p>
<p>Em mar&ccedil;o de 2026, o saldo natural foi de -3 360, tendo-se desagravado em rela&ccedil;&atilde;o ao do m&ecirc;s hom&oacute;logo de 2025, quando registou o valor de -4 070.</p>
<p>Em mar&ccedil;o de 2026, celebraram-se 2 077 casamentos, mais 476 (+29,7%) do que em fevereiro de 2026 e mais 127 (+6,5%) do que em mar&ccedil;o de 2025.</p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770289302&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 15 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Movimento de passageiros nos aeroportos aumentou 4,3%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em <strong>mar&ccedil;o de 2026</strong>, os aeroportos nacionais movimentaram 5,6 milh&otilde;es de passageiros e 22,8 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de +4,3% e -0,01%, respetivamente (+3,3% e +0,6% no m&ecirc;s anterior, pela mesma ordem).</p>
<p>Nesse m&ecirc;s, desembarcaram, em m&eacute;dia, 92,0 mil passageiros por dia, acima dos 88,2 mil registados em mar&ccedil;o de 2025, o que representa um crescimento de 4,4%.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2026, o Reino Unido foi o principal pa&iacute;s de origem e de destino dos voos com passageiros. Espanha e Fran&ccedil;a ocuparam a 2&ordf; e 3&ordf; posi&ccedil;&otilde;es, respetivamente, entre os principais pa&iacute;ses de origem, invertendo esta ordem nos pa&iacute;ses de destino. Alemanha e Brasil completaram o grupo dos cinco principais pa&iacute;ses.</p>
<p></p>
<p>Consulte a informa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da <a href="https://www.ine.pt/scripts/transp_aero.html" target="_blank">Aplica&ccedil;&atilde;o Interativa das Estat&iacute;sticas do Transporte A&eacute;reo</a>.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=771154791&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 14 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Do 4.º trimestre de 2025 para o 1.º trimestre de 2026, 22,5% dos desempregados transitaram para o emprego]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Do total de pessoas que estavam desempregadas no 4.&ordm; trimestre de 2025, 61,1% (199,3 mil) permaneceram nesse estado no 1.&ordm; trimestre de 2026, 22,5% (73,4 mil) transitaram para o emprego e 16,4% (53,6 mil) transitaram para a inatividade.</p>
<p>No mesmo per&iacute;odo, 25,1% (37,1 mil) dos homens desempregados e 20,4% (36,3 mil) das mulheres desempregadas transitaram para o emprego.</p>
<p>Do 4.&ordm; trimestre de 2025 para o 1.&ordm; trimestre de 2026, 27,1% (56,6 mil) dos desempregados de curta dura&ccedil;&atilde;o e 12,0% (13,1 mil) dos inativos pertencentes &agrave; &ldquo;for&ccedil;a de trabalho potencial&rdquo; transitaram para o emprego.</p>
<p>Ao mesmo tempo, transitaram para um trabalho por conta de outrem 9,3% (73,7 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta pr&oacute;pria e 20,1% (65,4 mil) das pessoas que se encontravam desempregadas.</p>
<p>Do total de trabalhadores por conta de outrem que, no 4.&ordm; trimestre de 2025, tinham um contrato de trabalho com termo ou outro tipo de contrato, 22,6% (147,8 mil) passaram a ter um contrato sem termo no 1.&ordm; trimestre de 2026.</p>
<p>Do n&uacute;mero de pessoas que, no 4.&ordm; trimestre de 2025, tinham um emprego a tempo parcial, 19,8% (87,0 mil) passaram a trabalhar a tempo completo no 1.&ordm; trimestre de 2026.</p>
<p>A percentagem de pessoas que permaneceram empregadas entre o 4.&ordm; trimestre de 2025 e o 1.&ordm; trimestre de 2026, mas que mudaram de emprego, fixou-se nos 3,2% (164,0 mil).</p>
<p>No mesmo per&iacute;odo, 3,6% (187,4 mil) das pessoas que permaneceram empregadas continuaram a ter dois ou mais empregos e 1,7% (88,7 mil) das pessoas que tinham um emprego passaram a ter dois ou mais empregos.</p>
<p>Do total de jovens dos 16 aos 34 anos que, no 4.&ordm; trimestre de 2025, n&atilde;o estavam empregados, nem em educa&ccedil;&atilde;o ou forma&ccedil;&atilde;o (NEEF), 18,4% (34,2 mil) transitaram para o emprego no 1.&ordm; trimestre de 2026, enquanto 15,0% (27,8 mil) passaram a frequentar o ensino ou forma&ccedil;&atilde;o.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=771837531&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Wed, 13 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Produção na Construção cresceu 2,9%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O &Iacute;ndice de Produ&ccedil;&atilde;o na Constru&ccedil;&atilde;o aumentou 2,9% em mar&ccedil;o, varia&ccedil;&atilde;o superior em 2,2 pontos percentuais (p.p.) &agrave; observada no m&ecirc;s anterior.</p>
<p>Os &iacute;ndices de emprego e de remunera&ccedil;&otilde;es apresentaram crescimentos de 1,7% e 10,1%, respetivamente (2,0% e 7,6% em fevereiro).&nbsp;</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770285380&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Wed, 13 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Taxa de variação homóloga do IPC aumentou para 3,3%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>A varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do <strong>&Iacute;ndice de Pre&ccedil;os no Consumidor (IPC)</strong> foi 3,3% em abril de 2026, taxa superior em 0,6 pontos percentuais (p.p.) &agrave; observada no m&ecirc;s anterior. Tal como verificado no m&ecirc;s anterior, a acelera&ccedil;&atilde;o do IPC &eacute; maioritariamente explicada pelo aumento do pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis. O indicador de infla&ccedil;&atilde;o subjacente (&iacute;ndice total excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos) registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 2,2% (2,0% em mar&ccedil;o). A varia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice relativo aos produtos energ&eacute;ticos aumentou para 11,7% (5,7% no m&ecirc;s anterior) e o &iacute;ndice referente aos produtos alimentares n&atilde;o transformados registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 7,4% (6,4% em mar&ccedil;o).&nbsp;</p>
<p>A varia&ccedil;&atilde;o mensal do IPC foi 1,3% (2,0% no m&ecirc;s precedente e 0,7% em abril de 2025). A varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos &uacute;ltimos doze meses foi 2,4% (2,3% no m&ecirc;s anterior).&nbsp;</p>
<p>O &Iacute;<strong>ndice Harmonizado de Pre&ccedil;os no Consumidor (IHPC)</strong> portugu&ecirc;s apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 3,3% (2,7% no m&ecirc;s anterior), taxa superior em 0,3 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a &aacute;rea do Euro (em mar&ccedil;o, esta diferen&ccedil;a tinha sido de 0,1 p.p.).&nbsp;</p>
<p>Excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos, o IHPC em Portugal atingiu uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,3% em abril (2,0% em mar&ccedil;o), taxa superior &agrave; da &aacute;rea do Euro (estimada em 2,1%).</p>
<p>O IHPC registou uma varia&ccedil;&atilde;o mensal de 1,9% (2,3% no m&ecirc;s anterior e 1,3% em abril de 2025) e uma varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos &uacute;ltimos doze meses de 2,3% (2,2% no m&ecirc;s precedente).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770557206&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Wed, 13 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[O Índice de Custo do Trabalho aumentou 4,9%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>No 1.&ordm; trimestre de 2026, o &Iacute;ndice de Custo do Trabalho (ICT) registou um acr&eacute;scimo hom&oacute;logo de 4,9%. No trimestre anterior, tinha aumentado 7,6%.</p>
<p>Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 5,0% e os outros custos (tamb&eacute;m por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 4,6% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior.</p>
<p>A evolu&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do ICT resultou tamb&eacute;m da conjuga&ccedil;&atilde;o do acr&eacute;scimo de 4,9% no custo m&eacute;dio por trabalhador e do decr&eacute;scimo de 0,1% no n&uacute;mero de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acr&eacute;scimo do custo m&eacute;dio por trabalhador foi transversal a todas as atividades econ&oacute;micas, tendo os aumentos sido maiores na Constru&ccedil;&atilde;o (6,7%) e menores na Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica (4,5%). Com exce&ccedil;&atilde;o da Constru&ccedil;&atilde;o, que apresentou um acr&eacute;scimo maior do que o registado no trimestre anterior, as restantes atividades registaram aumentos menores. As horas efetivamente trabalhadas por trabalhador diminu&iacute;ram 1,1 % na Ind&uacute;stria e 0,3% na Constru&ccedil;&atilde;o e na Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica e aumentaram 0,6% nos Servi&ccedil;os. Em resultado destas varia&ccedil;&otilde;es, o ICT aumentou em todas as atividades econ&oacute;micas, tendo o maior acr&eacute;scimo sido observado na Constru&ccedil;&atilde;o (7,0%).</p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770290949&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Wed, 13 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Volume de Negócios nos Serviços cresceu 4,9%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em mar&ccedil;o, o &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios nos Servi&ccedil;os registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga nominal de 4,9%, traduzindo uma acelera&ccedil;&atilde;o de 4,1 pontos percentuais (p.p.) face ao m&ecirc;s anterior. Em termos reais, o &iacute;ndice deflacionado apresentou um crescimento de 0,5%, ap&oacute;s a redu&ccedil;&atilde;o de 2,4% observada em fevereiro.&nbsp;</p>
<p>No 1.&ordm; trimestre de 2026, o &iacute;ndice agregado cresceu 2,1% face ao mesmo per&iacute;odo de 2025 (3,6% no trimestre anterior).</p>
<p>Na compara&ccedil;&atilde;o mensal, o &iacute;ndice nominal aumentou 3,0%, contrariando a queda de 0,6% registada no m&ecirc;s precedente.</p>
<p>Os &iacute;ndices de emprego, remunera&ccedil;&otilde;es e horas trabalhadas ajustados de efeitos de calend&aacute;rio, apresentaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de 1,3%, 6,8% e 2,0%, respetivamente (2,0%, 8,5% e -0,5 % em fevereiro).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770288648&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 12 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Volume de Negócios na Indústria registou crescimento de 10,7%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em mar&ccedil;o, o &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios na Ind&uacute;stria apresentou um aumento hom&oacute;logo nominal de 10,7%, ap&oacute;s a redu&ccedil;&atilde;o de 4,3% observada em fevereiro. Excluindo o agrupamento da Energia, a varia&ccedil;&atilde;o do volume de neg&oacute;cios situou-se em 10,6% (-2,5% no m&ecirc;s anterior). Os &iacute;ndices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo passaram de redu&ccedil;&otilde;es de 2,4% e 7,5% em fevereiro, respetivamente, para aumentos de 12,8% e 7,2% no m&ecirc;s de refer&ecirc;ncia. No primeiro trimestre de 2026, as vendas na ind&uacute;stria cresceram 1,5% em termos hom&oacute;logos (1,2% no trimestre anterior).</p>
<p>O emprego registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga nula em mar&ccedil;o (id&ecirc;ntica &agrave; observada no m&ecirc;s anterior), enquanto as remunera&ccedil;&otilde;es e as horas trabalhadas registaram varia&ccedil;&otilde;es de 4,0% e 2,1% (5,7% e -4,8% em fevereiro), respetivamente.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770284235&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 11 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Custos de construção de habitação nova aumentaram 5,8%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em mar&ccedil;o, estima-se que os custos de constru&ccedil;&atilde;o de habita&ccedil;&atilde;o nova tenham aumentado 5,8% em termos hom&oacute;logos, situando-se 1,0 pontos percentuais (p.p.) acima do m&ecirc;s anterior. O pre&ccedil;o dos materiais registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 3,7% e o custo da m&atilde;o de obra aumentou 8,2%.&nbsp;</p>
<p></p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770284959&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 11 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Exportações e importações aumentaram]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em <strong>mar&ccedil;o de 2026</strong>, as exporta&ccedil;&otilde;es e as importa&ccedil;&otilde;es de bens registaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas nominais de, respetivamente, +10,6% e +11,6% (-14,5% e -4,2%, pela mesma ordem, em fevereiro de 2026). Quando exclu&iacute;das as transa&ccedil;&otilde;es sem transfer&ecirc;ncia de propriedade (TTE), isto &eacute;, transa&ccedil;&otilde;es com vista a ou na sequ&ecirc;ncia de trabalhos por encomenda, os aumentos foram mais expressivos: +14,6% nas exporta&ccedil;&otilde;es e +11,9% nas importa&ccedil;&otilde;es (-6,1% e -2,0%, respetivamente, em fevereiro de 2026). O d&eacute;fice da balan&ccedil;a comercial de bens atingiu 2 863 milh&otilde;es de euros, agravando-se em 356 milh&otilde;es de euros face a mar&ccedil;o do ano anterior. Excluindo as TTE, o d&eacute;fice comercial aumentou 155 milh&otilde;es de euros, totalizando 2 907 milh&otilde;es de euros.</p>
<p>Em mar&ccedil;o de 2026, o &iacute;ndice de valor unit&aacute;rio (pre&ccedil;os) das exporta&ccedil;&otilde;es interrompeu a trajet&oacute;ria de decr&eacute;scimo iniciada em fevereiro de 2025, registando uma varia&ccedil;&atilde;o positiva (+0,3%; -2,3% em fevereiro de 2026 e -1,5% em mar&ccedil;o de 2025). Nas importa&ccedil;&otilde;es, continuou a registar-se uma varia&ccedil;&atilde;o negativa (-2,7%; -3,2% em fevereiro de 2026 e -1,0% em mar&ccedil;o de 2025).&nbsp;</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770286049&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 08 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[A taxa de desemprego situou-se em 6,1%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>No 1.&ordm; trimestre de 2026, a popula&ccedil;&atilde;o empregada (5 300,8 mil pessoas) diminuiu 0,7% (38,7 mil) em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior e aumentou 2,3% (119,4 mil) relativamente ao trimestre hom&oacute;logo de 2025.</p>
<p>A propor&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o empregada em teletrabalho, isto &eacute;, que trabalhou a partir de casa com recurso a tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o, foi de 21,1% (1 118,9 mil pessoas), inferior em 0,1 pontos percentuais (p.p.) &agrave; do 4.&ordm; trimestre de 2025 e superior em 0,2 p.p. &agrave; do 1.&ordm; trimestre do mesmo ano.</p>
<p>A popula&ccedil;&atilde;o desempregada, estimada em 346,3 mil pessoas, aumentou 6,1% (20,0 mil) em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior e diminuiu 5,3% (19,5 mil) relativamente ao trimestre hom&oacute;logo.</p>
<p>A taxa de desemprego foi estimada em 6,1%, valor superior em 0,3 p.p. ao do trimestre anterior e inferior em 0,5 p.p. por compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo trimestre do ano anterior.</p>
<p>A subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho abrangeu 588,0 mil pessoas, valor superior em 2,9% (16,8 mil) ao do trimestre anterior e inferior em 6,4% (40,4 mil) ao do per&iacute;odo hom&oacute;logo. A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho, estimada em 10,2%, aumentou 0,3 p.p. relativamente ao trimestre anterior e diminuiu em 0,9 p.p. em termos hom&oacute;logos.</p>
<p>A popula&ccedil;&atilde;o inativa com 16 e mais anos (3 738,8 mil) aumentou 0,2% (8,7 mil) em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior e diminuiu 0,3% (12,0 mil) relativamente ao hom&oacute;logo.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770287955&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Wed, 06 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Produção Industrial registou um crescimento homólogo de 3,2%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O &Iacute;ndice de Produ&ccedil;&atilde;o Industrial apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 3,2%, em mar&ccedil;o (-3,9% em fevereiro). Excluindo o agrupamento de Energia, esta varia&ccedil;&atilde;o foi de 4,9% (-7,1% no m&ecirc;s precedente). A sec&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias Transformadoras passou de uma redu&ccedil;&atilde;o de 8,0% em fevereiro, para um aumento de 4,1% no m&ecirc;s em an&aacute;lise. A varia&ccedil;&atilde;o mensal do &iacute;ndice agregado foi 3,2% (-0,3% no m&ecirc;s anterior). No primeiro trimestre de 2026, o &iacute;ndice agregado registou uma varia&ccedil;&atilde;o nula face ao trimestre hom&oacute;logo (no trimestre anterior, esta varia&ccedil;&atilde;o tinha sido 0,6%).</p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770283139&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 04 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Vendas no Comércio aceleraram para 5,3%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios no Com&eacute;rcio registou, em mar&ccedil;o, uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 5,3% (0,2% m&ecirc;s anterior). As vendas no com&eacute;rcio a retalho aumentaram 5,5% (2,8% em fevereiro). O com&eacute;rcio por grosso passou de uma queda de -1,4% em fevereiro para 4,2% no m&ecirc;s em an&aacute;lise, tendo o com&eacute;rcio e repara&ccedil;&atilde;o autom&oacute;vel crescido 8,2%, ap&oacute;s a diminui&ccedil;&atilde;o de 1,3% no m&ecirc;s precedente.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2026, as vendas no com&eacute;rcio registaram um crescimento hom&oacute;logo de 2,1%, acelerando ligeiramente (0,2 pontos percentuais (p.p.)) face ao trimestre anterior.</p>
<p>Os &iacute;ndices de emprego, remunera&ccedil;&otilde;es e horas trabalhadas ajustadas de efeitos de calend&aacute;rio, apresentaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de 0,3%, 5,8% e 3,6% em mar&ccedil;o, respetivamente (0,3% e 6,8% e -0,2% em fevereiro).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770287181&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 04 May 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[A subutilização do trabalho é mais elevada nas mulheres e nos jovens]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>No Dia Internacional do Trabalhador, o INE compara Portugal com os demais pa&iacute;ses da Uni&atilde;o Europeia numa an&aacute;lise centrada nos indicadores suplementares de desemprego, que permitem captar situa&ccedil;&otilde;es de subutiliza&ccedil;&atilde;o da for&ccedil;a de trabalho. A taxa de desemprego &eacute; um indicador central do mercado de trabalho, mas n&atilde;o reflete toda a realidade. Estes indicadores alertam para a dimens&atilde;o da for&ccedil;a de trabalho potencial que n&atilde;o est&aacute; a ser aproveitada por fen&oacute;menos de desajuste entre oferta e procura de trabalho ou outros constrangimentos de acesso ao mercado de trabalho. Esta realidade afeta de forma particular os jovens e as mulheres, grupos onde o trabalho a tempo parcial involunt&aacute;rio e as liga&ccedil;&otilde;es marginais ao mercado de trabalho continuam a ser mais frequentes.</p>
<p>No Dia Internacional do Trabalhador, esta an&aacute;lise comparada com a Uni&atilde;o Europeia refor&ccedil;a a import&acirc;ncia de pol&iacute;ticas focadas n&atilde;o apenas na cria&ccedil;&atilde;o de emprego, mas tamb&eacute;m na sua adequa&ccedil;&atilde;o &agrave;s caracter&iacute;sticas da for&ccedil;a de trabalho potencial.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=790352057&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Saldo natural agrava-se, mas a região Grande Lisboa regista saldo natural positivo pelo terceiro ano consecutivo]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em 2025, nasceram 87 764 nados-vivos de m&atilde;es residentes em Portugal, mais 3 122 (+3,7%) do que em 2024. Cerca de um ter&ccedil;o eram filhos de m&atilde;es de naturalidade estrangeira (m&atilde;es que n&atilde;o nasceram em Portugal).&nbsp;</p>
<p>O n&uacute;mero de &oacute;bitos de residentes em territ&oacute;rio nacional foi de 121 817, mais 3 421 (+2,9%) do que em 2024. Destes, 246 &oacute;bitos foram de crian&ccedil;as com menos de 1 ano (menos oito do que em 2024). A diminui&ccedil;&atilde;o dos &oacute;bitos infantis e o aumento do n&uacute;mero de nados-vivos traduziu-se na diminui&ccedil;&atilde;o da taxa de mortalidade infantil para 2,8 &oacute;bitos por mil nados-vivos (3,0&permil; em 2024).</p>
<p>O agravamento do saldo natural, em 2025, para -34 053 (-33 754 em 2024) foi, assim, determinado pelo aumento do n&uacute;mero de &oacute;bitos. A Grande Lisboa foi a &uacute;nica regi&atilde;o NUTS II onde se registou, pelo terceiro ano consecutivo, um saldo natural positivo (+414).</p>
<p>Em 2025, foram celebrados 37 714 casamentos em Portugal, mais 1 081 (+3,0%) do que em 2024, dos quais 36 651 entre pessoas de sexo oposto e 1 063 entre pessoas do mesmo sexo.</p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768272587&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Não residentes impulsionam atividade turística]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em <strong>mar&ccedil;o de 2026</strong>, o <strong>setor do alojamento tur&iacute;stico</strong> registou 2,3 milh&otilde;es de h&oacute;spedes (+0,9% ) e 5,6 milh&otilde;es de dormidas (+1,4%). Estes resultados traduziram-se em 432,9 milh&otilde;es de euros de proveitos totais e 319,2 milh&otilde;es de euros de proveitos de aposento (+6,6% e +5,9%, respetivamente).</p>
<p>O crescimento das dormidas foi sustentado exclusivamente pelo mercado externo, tendo as dormidas dos n&atilde;o residentes aumentado 2,9% (-0,2% em fevereiro), atingindo 4,0 milh&otilde;es, enquanto as dormidas de residentes diminu&iacute;ram 2,3% (ap&oacute;s +2,6% em fevereiro), totalizando 1,6 milh&otilde;es.</p>
<p>Entre os dez principais mercados emissores, destacaram-se os mercados irland&ecirc;s e espanhol, com os maiores crescimentos (+16,2 e +14,0%, respetivamente), enquanto o mercado brasileiro registou o decr&eacute;scimo mais acentuado (-7,0%).&nbsp;</p>
<p>No mesmo m&ecirc;s, o rendimento m&eacute;dio por quarto dispon&iacute;vel (RevPAR) fixou-se em 49,7 euros (+1,9%) e o rendimento m&eacute;dio por quarto ocupado (ADR) atingiu 98,6 euros (+2,9%).&nbsp;</p>
<p>Importa assinalar que os resultados de mar&ccedil;o poder&atilde;o ter sido influenciados pela estrutura m&oacute;vel do calend&aacute;rio, ou seja, pelos efeitos associados aos per&iacute;odos de Carnaval e da P&aacute;scoa.&nbsp;</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768230478&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 30 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>
 
</channel>
</rss>

