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  {
    "title":"Exportações e importações continuaram a decrescer",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768239980&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"09-04-2026",
    "contentSnippet": "Exportações e importações continuaram a decrescer",
    "content":"Em fevereiro de 2026, as exporta&ccedil;&otilde;es e as importa&ccedil;&otilde;es de bens registaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas nominais de, respetivamente,&nbsp;-14,9% e -6,3% (-14,1% e -2,3%, pela mesma ordem, em janeiro de 2026). Quando exclu&iacute;das as transa&ccedil;&otilde;es sem transfer&ecirc;ncia de propriedade (TTE), isto &eacute;, transa&ccedil;&otilde;es com vista a ou na sequ&ecirc;ncia de trabalhos por encomenda, o decr&eacute;scimo foi menos acentuado em ambos os fluxos (-6,5% nas exporta&ccedil;&otilde;es e -4,2% nas importa&ccedil;&otilde;es; -5,2% e -0,5%, respetivamente, em janeiro de 2026). O d&eacute;fice da balan&ccedil;a comercial de bens atingiu 2 546 milh&otilde;es de euros, refletindo um agravamento de 489 milh&otilde;es de euros face a fevereiro do ano anterior. Excluindo as TTE, o d&eacute;fice comercial aumentou 38 milh&otilde;es de euros, totalizando 2 610 milh&otilde;es de euros.Em fevereiro de 2026, os &iacute;ndices de valor unit&aacute;rio (pre&ccedil;os) mantiveram varia&ccedil;&otilde;es negativas, tanto nas exporta&ccedil;&otilde;es (-2,3%) como nas importa&ccedil;&otilde;es (-3,2%). Estas varia&ccedil;&otilde;es comparam com, respetivamente, -3,0% e -4,1%, em janeiro de 2026, e com +0,4% e +0,3%, em fevereiro de 2025.&nbsp;<br><br>Exportações e importações continuaram a decrescer"
  } 
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  {
    "title":"Custos de construção de habitação nova aumentaram 4,7%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768022569&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"09-04-2026",
    "contentSnippet": "Custos de construção de habitação nova aumentaram 4,7%",
    "content":"Em fevereiro, estima-se que os custos de constru&ccedil;&atilde;o de habita&ccedil;&atilde;o nova tenham aumentado 4,7% em termos hom&oacute;logos, situando-se 0,9 pontos percentuais (p.p.) acima do m&ecirc;s anterior. O pre&ccedil;o dos materiais registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 1,7% e o custo da m&atilde;o de obra aumentou 8,2%.&nbsp;<br><br>Custos de construção de habitação nova aumentaram 4,7%"
  } 
    ,

  {
    "title":"Volume de Negócios na Indústria diminuiu 4,8%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768216012&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"09-04-2026",
    "contentSnippet": "Volume de Negócios na Indústria diminuiu 4,8%",
    "content":"Em fevereiro, o &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios na Ind&uacute;stria apresentou uma redu&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga nominal de 4,8%, agravando a diminui&ccedil;&atilde;o de 1,9% observada no m&ecirc;s anterior. Excluindo o agrupamento da Energia, a varia&ccedil;&atilde;o do volume de neg&oacute;cios foi -3,2% (-0,5% em janeiro). Os &iacute;ndices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo registaram diminui&ccedil;&otilde;es de 2,8% e 8,2% no m&ecirc;s em an&aacute;lise, respetivamente (-0,8% e -3,7% em janeiro).O emprego registou uma redu&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 0,2% em fevereiro (-0,1% no m&ecirc;s anterior), enquanto as remunera&ccedil;&otilde;es apresentaram um crescimento de 5,1% (4,8% em janeiro).<br><br>Volume de Negócios na Indústria diminuiu 4,8%"
  } 
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  {
    "title":"Preços na Produção de Serviços aumentaram 3,7% no 4.º trimestre e 3,2% em 2025",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=734222615&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"06-04-2026",
    "contentSnippet": "Preços na Produção de Serviços aumentaram 3,7% no 4.º trimestre e 3,2% em 2025",
    "content":"No 4.&ordm; trimestre de 2025, o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os na Produ&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os (IPPS) registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 3,7%, o que representa uma acelera&ccedil;&atilde;o de 0,6 pontos percentuais (p.p.) face &agrave; taxa observada no 3.&ordm; trimestre de 2025.Em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior, o IPPS diminuiu 3,2% (varia&ccedil;&atilde;o de 2,4% no per&iacute;odo precedente e de -3,7% no per&iacute;odo hom&oacute;logo).A taxa de varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia do ano de 2025 situou-se em 3,2% (4,0% em 2024).<br><br>Preços na Produção de Serviços aumentaram 3,7% no 4.º trimestre e 3,2% em 2025"
  } 
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  {
    "title":"Mantém-se a recuperação pós-pandémica da atividade hospitalar - 1999-2025",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768271943&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"06-04-2026",
    "contentSnippet": "Mantém-se a recuperação pós-pandémica da atividade hospitalar - 1999-2025",
    "content":"Por ocasi&atilde;o do Dia Mundial de Sa&uacute;de, que se celebra no dia 7 de abril, o INE divulga uma nova edi&ccedil;&atilde;o da publica&ccedil;&atilde;o &ldquo;Estat&iacute;sticas da Sa&uacute;de&rdquo;, principalmente com indicadores de 2024.Destacam-se os seguintes resultados:&bull; Depois de a atividade hospitalar ter sido fortemente afetada pelo per&iacute;odo pand&eacute;mico, em 2024 continuava a verificar-se uma recupera&ccedil;&atilde;o nos atos assistenciais prestados em contexto hospitalar. As consultas m&eacute;dicas, as cirurgias em bloco operat&oacute;rio e os atos complementares de diagn&oacute;stico e/ou terap&ecirc;utica registaram, em 2024, os valores m&aacute;ximos da s&eacute;rie iniciada em 1999.&bull; Em 2024, o n&uacute;mero de internamentos ultrapassou, pela primeira vez, o valor observado em 2019, enquanto o n&uacute;mero de atendimentos em servi&ccedil;o de urg&ecirc;ncia permaneceu ligeiramente abaixo da atividade registada em 2019, n&atilde;o obstante a recupera&ccedil;&atilde;o verificada desde 2021.&bull; Os hospitais p&uacute;blicos ou em parceria p&uacute;blico-privada continuaram, em 2024, a ser os principais prestadores de servi&ccedil;os de sa&uacute;de, assegurando 85,1% dos atos complementares de diagn&oacute;stico e/ou terap&ecirc;utica, 79,9% dos atendimentos em urg&ecirc;ncia, 73,5% das cirurgias em bloco operat&oacute;rio e 73,0% dos internamentos. Os hospitais do setor p&uacute;blico asseguraram mais de 60% das consultas m&eacute;dicas, mas esta &eacute; a componente de atividade em que os hospitais privados conseguiram atingir o peso mais expressivo, representando 37,6% do total.&bull; A propor&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o com 16 ou mais anos com limita&ccedil;&otilde;es na realiza&ccedil;&atilde;o de atividades habituais devido a problemas de sa&uacute;de, que constitui uma aproxima&ccedil;&atilde;o reconhecida internacionalmente ao conceito de incapacidade, atingiu 23,8% em 2025.&bull; Em 2023, a esperan&ccedil;a de vida aos 65 anos era de 22,7 anos para as mulheres e 19,2 anos para os homens. O ajustamento relativo &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es devido a problemas de sa&uacute;de faz diminuir em quase 13 anos a expectativa de uma vida saud&aacute;vel para a popula&ccedil;&atilde;o em geral, sendo esta expectativa mais penalizadora para as mulheres (7,8 anos) do que para os homens (9,1 anos).&bull; Em 2025, o modelo Generalized Anxiety Disorder 2-item (GAD-2) indica o aumento da popula&ccedil;&atilde;o com 16 ou mais anos com sintomas de ansiedade generalizada (39,4% face a 32,0% no ano anterior).Consulte a Publica&ccedil;&atilde;o<br><br>Mantém-se a recuperação pós-pandémica da atividade hospitalar - 1999-2025"
  } 
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  {
    "title":"Exportações de bens desportivos atingem 728,8 milhões de euros, tendo as bicicletas representado 58,7% do total",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768273809&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"02-04-2026",
    "contentSnippet": "Exportações de bens desportivos atingem 728,8 milhões de euros, tendo as bicicletas representado 58,7% do total",
    "content":"Em 2025, as exporta&ccedil;&otilde;es de bens desportivos registaram 728,8 milh&otilde;es de euros e as importa&ccedil;&otilde;es 503,2 milh&otilde;es de euros. As bicicletas, barcos e equipamento de desportos aqu&aacute;ticos representaram 73,7% do total das exporta&ccedil;&otilde;es. Os bens de gin&aacute;stica e equipamento de nata&ccedil;&atilde;o e o cal&ccedil;ado de desporto totalizaram mais de metade do valor importado (53,9%).Em 2025, o emprego desportivo abrangeu 53,5 mil pessoas, mais 1,9% do que em 2024. A remunera&ccedil;&atilde;o bruta total mensal m&eacute;dia por trabalhador nas atividades do setor desportivo foi de 1 578 euros (mais 3,9% do que em 2024).Em 2024, existiam 19 959 empresas do setor desportivo (mais 10,4% do que no ano anterior), que geraram 3,0 mil milh&otilde;es de euros de volume de neg&oacute;cios (+6,6%) e um Valor Acrescentado Bruto (VAB) de 1,2 mil milh&otilde;es de euros (+10,3%).Em 2024, o financiamento das C&acirc;maras Municipais &agrave;s atividades e equipamentos desportivos aumentou 7,6%, para 458,9 milh&otilde;es de euros. O apoio financeiro contratualizado entre o Instituto Portugu&ecirc;s do Desporto e Juventude e as Federa&ccedil;&otilde;es Desportivas ascendeu a 51,1 milh&otilde;es de euros (+2,8%).Em 2024, estavam inscritos nas Federa&ccedil;&otilde;es Desportivas 844,2 mil praticantes (mais 9,1% do que em 2023), 27 593 treinadores (+5,9%), 19 628 &aacute;rbitros (+8,4%) e 1 016 agentes desportivos de alto rendimento (-1,7%).Consulte a Publica&ccedil;&atilde;o<br><br>Exportações de bens desportivos atingem 728,8 milhões de euros, tendo as bicicletas representado 58,7% do total"
  } 
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  {
    "title":"Crescimento da atividade turística continuou a abrandar em fevereiro",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762536540&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"31-03-2026",
    "contentSnippet": "Crescimento da atividade turística continuou a abrandar em fevereiro",
    "content":"Em fevereiro de 2026, o setor do alojamento tur&iacute;stico registou 1,8 milh&otilde;es de h&oacute;spedes (+0,8%) e 4,2 milh&otilde;es de dormidas (+1,3%). Estes resultados traduziram-se em 299,4 milh&otilde;es de euros de proveitos totais e 216,7 milh&otilde;es de euros de proveitos de aposento (+4,3% e +4,0%, respetivamente).O crescimento das dormidas resultou de contributos positivos, tanto dos residentes como dos n&atilde;o residentes, embora com ritmos distintos. As dormidas de residentes aumentaram 3,2% (+4,2% em janeiro), atingindo 1,4 milh&otilde;es, enquanto as de n&atilde;o residentes cresceram 0,4% (ap&oacute;s +0,8% em janeiro), totalizando 2,8 milh&otilde;es.Entre os dez principais mercados emissores, destacou-se o mercado brasileiro com o maior crescimento (+29,6%), enquanto o mercado franc&ecirc;s registou o decr&eacute;scimo mais acentuado (-16,7%).&nbsp;Neste m&ecirc;s, o rendimento m&eacute;dio por quarto dispon&iacute;vel (RevPAR) fixou-se em 39,7 euros (+0,2%) e o rendimento m&eacute;dio por quarto ocupado (ADR) atingiu 89,6 euros (+2,5%).&nbsp;Importa assinalar que os resultados de fevereiro poder&atilde;o ter sido influenciados pela estrutura m&oacute;vel do calend&aacute;rio, ou seja, pelo efeito do per&iacute;odo de f&eacute;rias associado ao Carnaval, bem como pelo impacto de fen&oacute;menos meteorol&oacute;gicos intensos e an&oacute;malos ocorridos nos meses de janeiro e fevereiro.&nbsp;<br><br>Crescimento da atividade turística continuou a abrandar em fevereiro"
  } 
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  {
    "title":"A taxa de desemprego situou-se em 5,8% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,7%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762540064&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"31-03-2026",
    "contentSnippet": "A taxa de desemprego situou-se em 5,8% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,7%",
    "content":"Janeiro de 2026 (estimativas definitivas):&bull; A taxa de desemprego situou-se em 5,6%, valor igual ao de dezembro de 2025, mas inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) ao de outubro e em 0,7 p.p. ao de janeiro desse ano.&bull; A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho situou-se em 9,6%, valor igual ao do m&ecirc;s anterior, mas inferior ao de tr&ecirc;s meses antes (0,4 p.p.) e ao do mesmo m&ecirc;s do ano anterior (1,1 p.p.).&bull; A subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho abrangeu 548,7 mil indiv&iacute;duos, alcan&ccedil;ando o valor mais baixo desde fevereiro de 2011.Fevereiro de 2026 (estimativas provis&oacute;rias):&bull; A taxa de desemprego situou-se em 5,8%, valor superior ao de janeiro de 2026 (0,2 p.p.) e ao de novembro de 2025 (0,1 p.p.), mas inferior ao de fevereiro do ano anterior (0,4 p.p.).&bull; A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho foi estimada em 9,7%, valor superior ao do m&ecirc;s anterior (0,1 p.p.), mas inferior ao de tr&ecirc;s meses antes (0,1 p.p.) e ao do mesmo m&ecirc;s do ano anterior (0,9 p.p.).<br><br>A taxa de desemprego situou-se em 5,8% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,7%"
  } 
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  {
    "title":"Produção Industrial registou uma diminuição homóloga de 4,4%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762535696&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"31-03-2026",
    "contentSnippet": "Produção Industrial registou uma diminuição homóloga de 4,4%",
    "content":"O &Iacute;ndice de Produ&ccedil;&atilde;o Industrial apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de -4,4%, em fevereiro (0,4% em janeiro), resultado que reflete os impactos das condi&ccedil;&otilde;es climat&eacute;ricas severas que atingiram algumas regi&otilde;es do pa&iacute;s. Excluindo o agrupamento de Energia esta varia&ccedil;&atilde;o foi de -7,6% (-1,5% no m&ecirc;s precedente). A sec&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias Transformadoras contraiu 8,6% (-2,7% em janeiro). A varia&ccedil;&atilde;o mensal do &iacute;ndice agregado foi -0,2% (4,1% no m&ecirc;s anterior).<br><br>Produção Industrial registou uma diminuição homóloga de 4,4%"
  } 
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  {
    "title":"Taxa de variação homóloga do IPC terá aumentado para 2,7%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762530301&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"31-03-2026",
    "contentSnippet": "Taxa de variação homóloga do IPC terá aumentado para 2,7%",
    "content":"Tendo por base a informa&ccedil;&atilde;o j&aacute; apurada, a taxa de varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os no Consumidor (IPC) ter&aacute; aumentado para 2,7% em mar&ccedil;o de 2026, taxa superior em 0,6 pontos percentuais (p.p.) &agrave; observada no m&ecirc;s anterior. A acelera&ccedil;&atilde;o do IPC &eacute; quase na totalidade explicada pelo aumento do pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis. O indicador de infla&ccedil;&atilde;o subjacente (&iacute;ndice total excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos) ter&aacute; registado uma varia&ccedil;&atilde;o de 2,0%, taxa superior em 0,1 p.p. &agrave; do m&ecirc;s precedente. A varia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice relativo aos produtos energ&eacute;ticos aumentou para 5,8% (-2,2% em fevereiro) e o &iacute;ndice referente aos produtos alimentares n&atilde;o transformados registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 6,4% (6,7% no m&ecirc;s anterior).&nbsp;Comparativamente com o m&ecirc;s anterior, a varia&ccedil;&atilde;o do IPC ter&aacute; sido 2,0% (0,1% em fevereiro e 1,4% em mar&ccedil;o de 2025).&nbsp;Estima-se uma varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia nos &uacute;ltimos doze meses de 2,3% (valor id&ecirc;ntico no m&ecirc;s anterior).O &Iacute;ndice Harmonizado de Pre&ccedil;os no Consumidor (IHPC) portugu&ecirc;s ter&aacute; registado uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,7%&nbsp;(2,1% no m&ecirc;s precedente).&nbsp;Os dados definitivos referentes ao IPC do m&ecirc;s de mar&ccedil;o ser&atilde;o publicados no pr&oacute;ximo dia 13 de abril.<br><br>Taxa de variação homóloga do IPC terá aumentado para 2,7%"
  } 
    ,

  {
    "title":"Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico diminuem",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762459958&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"30-03-2026",
    "contentSnippet": "Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico diminuem",
    "content":"O indicador de confian&ccedil;a dos Consumidores diminuiu nos &uacute;ltimos dois meses, registando uma redu&ccedil;&atilde;o significativa em mar&ccedil;o, para o valor mais baixo desde dezembro 2023, em resultado sobretudo dos expressivos contributos negativos das perspetivas sobre a evolu&ccedil;&atilde;o futura da situa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica do pa&iacute;s e da situa&ccedil;&atilde;o financeira do agregado familiar. As opini&otilde;es sobre a evolu&ccedil;&atilde;o passada da situa&ccedil;&atilde;o financeira do agregado familiar e as expectativas sobre a evolu&ccedil;&atilde;o futura da realiza&ccedil;&atilde;o de compras importantes por parte das fam&iacute;lias tamb&eacute;m contribu&iacute;ram negativamente, de forma ligeira no &uacute;ltimo caso.&nbsp;O saldo das perspetivas dos Consumidores sobre a evolu&ccedil;&atilde;o futura da situa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica do pa&iacute;s diminuiu nos &uacute;ltimos dois meses, de forma significativa em mar&ccedil;o, atingindo o valor m&iacute;nimo desde janeiro de 2023. O saldo das expectativas sobre a evolu&ccedil;&atilde;o futura dos pre&ccedil;os aumentou nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses, tendo registado em mar&ccedil;o o segundo maior aumento da s&eacute;rie e o valor mais elevado desde mar&ccedil;o de 2022.O indicador de clima econ&oacute;mico diminuiu em mar&ccedil;o, recuando para um valor pr&oacute;ximo do observado h&aacute; um ano atr&aacute;s. Os indicadores de confian&ccedil;a diminu&iacute;ram no Com&eacute;rcio e na Constru&ccedil;&atilde;o e Obras P&uacute;blicas, tendo aumentado na Ind&uacute;stria Transformadora e nos Servi&ccedil;os.&nbsp;O indicador de confian&ccedil;a no Com&eacute;rcio diminuiu nos &uacute;ltimos quatro meses, refletindo os contributos negativos das perspetivas sobre a atividade nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s meses e das opini&otilde;es sobre o volume de vendas. Na Constru&ccedil;&atilde;o e Obras P&uacute;blicas o indicador diminuiu em fevereiro e mar&ccedil;o, refletindo o contributo negativo das perspetivas de emprego. Em sentido contr&aacute;rio, o indicador da Ind&uacute;stria Transformadora aumentou nos &uacute;ltimos dois meses, ligeiramente em mar&ccedil;o, refletindo o contributo positivo das aprecia&ccedil;&otilde;es relativas aos stocks de produtos acabados e das opini&otilde;es sobre a evolu&ccedil;&atilde;o da procura global. Tamb&eacute;m o indicador de confian&ccedil;a dos Servi&ccedil;os aumentou entre fevereiro e mar&ccedil;o, verificando-se contributos positivos nas aprecia&ccedil;&otilde;es sobre a atividade da empresa e sobre a carteira de encomendas. O saldo de respostas das expectativas dos empres&aacute;rios sobre a evolu&ccedil;&atilde;o futura dos pre&ccedil;os de venda aumentou em todos os setores, no Com&eacute;rcio, na Constru&ccedil;&atilde;o, nos Servi&ccedil;os e, expressivamente, na Ind&uacute;stria, atingindo neste &uacute;ltimo caso o valor mais elevado desde outubro de 2022.Este destaque apresenta ainda os principais resultados de dois m&oacute;dulos ad hoc sobre a utiliza&ccedil;&atilde;o de tecnologias de IA e os seus efeitos percecionados no trabalho no &acirc;mbito do Inqu&eacute;rito aos Consumidores e os ajustamentos das empresas da Ind&uacute;stria Transformadora &agrave;s tens&otilde;es nos mercados extracomunit&aacute;rios.<br><br>Indicadores de confiança dos Consumidores e de clima económico diminuem"
  } 
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  {
    "title":"Vendas no Comércio cresceram 2,3%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762531946&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"27-03-2026",
    "contentSnippet": "Vendas no Comércio cresceram 2,3%",
    "content":"O &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios no Com&eacute;rcio registou, em fevereiro, uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,3%, 0,1 pontos percentuais (p.p.) superior ao registado no m&ecirc;s anterior. As vendas no com&eacute;rcio a retalho registaram um crescimento de 4,9% (4,4% em janeiro). O com&eacute;rcio por grosso aumentou 1,8% (varia&ccedil;&atilde;o nula no m&ecirc;s precedente).Os &iacute;ndices de emprego e remunera&ccedil;&otilde;es apresentaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de 0,2% e 7,0% em fevereiro, respetivamente (0,6% e 5,9% em janeiro).<br><br>Vendas no Comércio cresceram 2,3%"
  } 
    ,

  {
    "title":"O saldo da economia aumentou 0,4 pontos percentuais para 2,5% do PIB",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=706215037&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"26-03-2026",
    "contentSnippet": "O saldo da economia aumentou 0,4 pontos percentuais para 2,5% do PIB",
    "content":"A economia portuguesa registou uma capacidade de financiamento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no 4&ordm; trimestre de 2025, traduzindo um aumento de 0,4 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre anterior. O Rendimento Nacional Bruto (RNB) e o Rendimento Dispon&iacute;vel Bruto (RDB) aumentaram 1,6% e 1,7%, respetivamente. O aumento do saldo da economia refletiu essencialmente a melhoria do saldo das Administra&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas.O RDB das Fam&iacute;lias aumentou 1,3% face ao trimestre anterior, verificando-se crescimentos de 1,7% e 1,3% nas remunera&ccedil;&otilde;es recebidas e no Valor Acrescentado Bruto (VAB), respetivamente. O crescimento do RDB, conjugado com o aumento de 1,4% da despesa de consumo final (1,6% no trimestre precedente), determinou uma taxa de poupan&ccedil;a das Fam&iacute;lias de 12,1% (menos 0.1 p.p. que no trimestre anterior). A capacidade de financiamento das Fam&iacute;lias fixou-se em 3,9% do PIB (menos 0,1 p.p. que no trimestre precedente), refletindo um aumento da Poupan&ccedil;a inferior ao do investimento. Em termos reais, o RDB ajustado per capita das Fam&iacute;lias aumentou 0,3% no 4&ordm; trimestre de 2025 (menos 0,4 p.p. que no trimestre precedente).O saldo das Sociedades N&atilde;o Financeiras (SNF) aumentou em 0,1 p.p. no 4&ordm; trimestre de 2025, fixando-se em -3,5% do PIB. O VAB e as remunera&ccedil;&otilde;es pagas aumentaram 1,7 e 1,8%, respetivamente, enquanto a FBC cresceu 0,5%. Por sua vez, a capacidade de financiamento das Sociedades Financeiras fixou-se em 1,4% do PIB (menos 0,1 p.p. que no trimestre anterior).&nbsp;O saldo do setor das Administra&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas (AP) manteve-se positivo, fixando-se em 0,7% do PIB no ano terminado no 4&ordm; trimestre de 2025 (0,6% no final de 2024), mais 0,5 p.p. que o observado no trimestre anterior. Considerando os valores trimestrais e n&atilde;o o ano acabado no trimestre, o saldo das AP no 4&ordm; trimestre de 2025 atingiu -2 425 milh&otilde;es de euros, correspondendo a -3,0% do PIB, o que compara com -5,0% no per&iacute;odo hom&oacute;logo. Face ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior, verificou-se um aumento de 7,8% da receita total e de 3,3% da despesa total.<br><br>O saldo da economia aumentou 0,4 pontos percentuais para 2,5% do PIB"
  } 
    ,

  {
    "title":"Procedimento dos Défices Excessivos",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762272780&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"26-03-2026",
    "contentSnippet": "Procedimento dos Défices Excessivos",
    "content":"Nos termos dos Regulamentos da Uni&atilde;o Europeia, o INE envia ao Eurostat, at&eacute; ao final do m&ecirc;s corrente, a primeira notifica&ccedil;&atilde;o de 2026 relativa ao Procedimento dos D&eacute;fices Excessivos (PDE). De acordo com os resultados provis&oacute;rios obtidos neste exerc&iacute;cio, as Administra&ccedil;&otilde;es P&uacute;blicas (AP) tiveram um saldo positivo de 2 058,6 milh&otilde;es de euros em 2025, o que correspondeu a 0,7% do PIB (0,6% em 2024). A d&iacute;vida bruta das AP ter&aacute; diminu&iacute;do para 89,7% do PIB (93,5% no ano anterior).A receita total das AP ascendeu a 133,0 mil milh&otilde;es de euros, tendo aumentado 6,7% entre 2024 e 2025 (mais 8,3 mil milh&otilde;es de euros), impulsionada pelo aumento da receita corrente (varia&ccedil;&atilde;o de 5,8%, correspondendo a mais 7,1 mil milh&otilde;es de euros).&nbsp;A despesa total das AP variou 6,6% em 2025 (mais 8,1 mil milh&otilde;es de euros), para 130,9 mil milh&otilde;es de euros, tendo a despesa corrente aumentado 6,3 mil milh&otilde;es de euros (5,6%) em consequ&ecirc;ncia do crescimento das remunera&ccedil;&otilde;es dos empregados (+7,6%) e das presta&ccedil;&otilde;es sociais, exceto transfer&ecirc;ncias sociais em esp&eacute;cie (+6,2%). A despesa de capital aumentou 18,1%, (+1 820 milh&otilde;es de euros), como resultado do aumento de cerca de mil milh&otilde;es de euros na despesa de investimento.Em 2025, as receitas fiscais das AP aumentaram 6,7% em termos nominais, atingindo 108,7 mil milh&otilde;es de euros. O indicador de carga fiscal, correspondente ao r&aacute;cio entre as receitas fiscais e o PIB, aumentou para 35,4% (35,2% no ano anterior).<br><br>Procedimento dos Défices Excessivos"
  } 
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  {
    "title":"Avaliação da habitação aumentou 17,2% em termos homólogos",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762460791&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"25-03-2026",
    "contentSnippet": "Avaliação da habitação aumentou 17,2% em termos homólogos",
    "content":"O valor mediano de avalia&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria na habita&ccedil;&atilde;o foi 2 122 euros por metro quadrado em fevereiro de 2026, mais 17 euros que o observado no m&ecirc;s precedente. Em termos hom&oacute;logos, a taxa de varia&ccedil;&atilde;o fixou-se em 17,2% (18,7% em janeiro). Refira-se que o n&uacute;mero de avalia&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias considerado foi cerca de 29,6 mil, o que representa uma descida de 5,4% face ao m&ecirc;s anterior e uma descida de 15,6% em termos hom&oacute;logos.<br><br>Avaliação da habitação aumentou 17,2% em termos homólogos"
  } 
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  {
    "title":"Em 2025, os preços da habitação aumentaram 17,6% e o número de transações 8,6%. No último trimestre, o número de transações diminuiu 4,7%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=706274707&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"23-03-2026",
    "contentSnippet": "Em 2025, os preços da habitação aumentaram 17,6% e o número de transações 8,6%. No último trimestre, o número de transações diminuiu 4,7%",
    "content":"Em 2025, o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os da Habita&ccedil;&atilde;o (IPHab) aumentou 17,6%, mais 8,5 pontos percentuais (p.p.) que em 2024. O aumento m&eacute;dio anual dos pre&ccedil;os das habita&ccedil;&otilde;es existentes (18,9%) superou o das habita&ccedil;&otilde;es novas (14,2%).No &uacute;ltimo trimestre de 2025, a taxa de varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do IPHab foi 18,9%, mais 1,2 p.p. relativamente ao trimestre anterior. Neste per&iacute;odo, os pre&ccedil;os das habita&ccedil;&otilde;es existentes aumentaram a um ritmo superior ao das habita&ccedil;&otilde;es novas, 20,9% e 13,7%, respetivamente.Em 2025 foram transacionadas 169 812 habita&ccedil;&otilde;es, totalizando 41,2 mil milh&otilde;es de euros. Estes resultados representam aumentos de 8,6% e 21,7%, em n&uacute;mero e em valor, respetivamente, face ao ano de 2024. Por categoria, as habita&ccedil;&otilde;es existentes registaram taxas de varia&ccedil;&atilde;o de 9,5% em n&uacute;mero e de 25,0%, em valor. Nas habita&ccedil;&otilde;es novas, observou-se um crescimento de 5,3% no n&uacute;mero de transa&ccedil;&otilde;es e de 13,0%, no valor.No 4.&ordm; trimestre de 2025 transacionaram-se 43 084 habita&ccedil;&otilde;es, correspondendo a uma redu&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 4,7% (varia&ccedil;&atilde;o de 3,8% no trimestre anterior) e um aumento em cadeia de 1,4%. Entre outubro e dezembro de 2025, as habita&ccedil;&otilde;es transacionadas perfizeram 10,8 mil milh&otilde;es, mais 5,9% face a id&ecirc;ntico per&iacute;odo de 2024.As aquisi&ccedil;&otilde;es de alojamentos pelo setor institucional das Fam&iacute;lias, em 2025, aumentaram 10,5% face ao ano transato, fixando-se em 148 632 e totalizando 35,7 mil milh&otilde;es de euros.Em 2025, 8 471 habita&ccedil;&otilde;es foram adquiridas por compradores com domic&iacute;lio fiscal fora do Territ&oacute;rio Nacional, por um total de 3,4 mil milh&otilde;es de euros, correspondendo a redu&ccedil;&otilde;es de 13,3% e 2,1%, respetivamente, em n&uacute;mero e valor, relativamente a 2024.<br><br>Em 2025, os preços da habitação aumentaram 17,6% e o número de transações 8,6%. No último trimestre, o número de transações diminuiu 4,7%"
  } 
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  {
    "title":"Mais de metade dos alojamentos familiares anteriores a 1960 não sofreram obras de renovação para melhorar a eficiência energética",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762558760&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"20-03-2026",
    "contentSnippet": "Mais de metade dos alojamentos familiares anteriores a 1960 não sofreram obras de renovação para melhorar a eficiência energética",
    "content":"Os resultados do Inqu&eacute;rito &agrave;s Condi&ccedil;&otilde;es de Vida e Rendimento realizado em 2025 indicam que os agregados familiares em risco de pobreza ocupavam 30,1% dos alojamentos constru&iacute;dos antes de 1945 e 11,4% dos alojamentos constru&iacute;dos ap&oacute;s 2015. Mais de metade dos agregados familiares residentes em alojamentos constru&iacute;dos antes de 1960 (54,7%) referiram n&atilde;o ter havido qualquer renova&ccedil;&atilde;o visando mais efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica apesar de ser necess&aacute;ria. Mais de um quinto das fam&iacute;lias residentes em alojamentos constru&iacute;dos ap&oacute;s 2015 (21,6%) beneficiaram de pelo menos uma medida de renova&ccedil;&atilde;o com vista &agrave; melhoria da efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica.O custo financeiro constitui o motivo mais apontado pelas fam&iacute;lias para a n&atilde;o realiza&ccedil;&atilde;o de renova&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias nos alojamentos, em particular para as que vivem em risco de pobreza: 90,1%, o que compara com 77,9% para a popula&ccedil;&atilde;o que vive acima do limiar de pobreza (8 679 euros). A popula&ccedil;&atilde;o em risco de pobreza revelou ter sido mais afetada por danos causados &agrave; habita&ccedil;&atilde;o por causas ambientais/meteorol&oacute;gicas: 7,5% (6,9% para as pessoas que vivem acima do limiar de pobreza). Os danos desta natureza afetaram mais os residentes em &aacute;reas urbanas (7,7% nas &aacute;reas predominantemente urbanas e 6,6% nas &aacute;reas mediamente urbanas) em compara&ccedil;&atilde;o com as &aacute;reas rurais (6,0%).Os resultados sugerem que os agregados familiares com crian&ccedil;as valorizam mais a proximidade a espa&ccedil;os verdes p&uacute;blicos. Em 2025, 44,9% das fam&iacute;lias sem crian&ccedil;as residiam a menos de 400 metros de um espa&ccedil;o verde p&uacute;blico, com a propor&ccedil;&atilde;o a aumentar para 47,0% para as fam&iacute;lias com crian&ccedil;as. Mais de metade dos indiv&iacute;duos de fam&iacute;lias compostas por dois adultos com tr&ecirc;s ou mais crian&ccedil;as residiam a menos de 400 metros de um espa&ccedil;o verde p&uacute;blico.As taxas de sobrelota&ccedil;&atilde;o e de priva&ccedil;&atilde;o habitacional severa nas fam&iacute;lias com crian&ccedil;as eram cerca de quatro vezes as dos agregados sem crian&ccedil;as. A condi&ccedil;&atilde;o de pobreza tamb&eacute;m se revela diferenciadora das condi&ccedil;&otilde;es habitacionais: em particular, a taxa de sobrecarga das despesas em habita&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o em risco de pobreza era mais de oito vezes a taxa observada na restante popula&ccedil;&atilde;o: 24,4% e 2,9%, respetivamente. Ainda assim, 90,1% dos agregados familiares em risco de pobreza revelavam estar satisfeitos ou muito satisfeitos com o alojamento.Em 2025, 72,7% dos agregados familiares indicavam separar sempre ou quase sempre embalagens de pl&aacute;stico como garrafas, garraf&otilde;es ou os frascos do lixo dom&eacute;stico geral. Mais de 90% dos indiv&iacute;duos pertencem a fam&iacute;lias cujo autom&oacute;vel de uso particular mais recente &eacute; movido a gas&oacute;leo ou gasolina. Aos autom&oacute;veis h&iacute;bridos corresponde uma propor&ccedil;&atilde;o ligeiramente superior &agrave; dos autom&oacute;veis el&eacute;tricos: 4,0% e 3,4% respetivamente.Um quarto da popula&ccedil;&atilde;o (25,6%) relatava ter efetuado pelo menos uma viagem de avi&atilde;o na Europa nos &uacute;ltimos 12 meses, para fins particulares ou profissionais. Nas desloca&ccedil;&otilde;es para fora da Europa, a propor&ccedil;&atilde;o reduzia-se para 9,3%. Para 18,0% da popula&ccedil;&atilde;o, o destino dado ao telem&oacute;vel quando este se danifica foi a reciclagem.<br><br>Mais de metade dos alojamentos familiares anteriores a 1960 não sofreram obras de renovação para melhorar a eficiência energética"
  } 
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  {
    "title":"Taxa de juro no crédito à habitação diminuiu para 3,079%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762460304&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"19-03-2026",
    "contentSnippet": "Taxa de juro no crédito à habitação diminuiu para 3,079%",
    "content":"A taxa de juro impl&iacute;cita no conjunto dos contratos de cr&eacute;dito &agrave; habita&ccedil;&atilde;o diminuiu para 3,079% em fevereiro de 2026, traduzindo uma descida de 3,2 pontos base (p.b.) face a janeiro de 2026 (3,111%). Nos contratos celebrados nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses, a taxa de juro subiu de 2,847% em janeiro para 2,871% em fevereiro de 2026. A presta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia fixou-se em 397 euros, 2 euros abaixo do m&ecirc;s anterior, 3 euros menos que o valor verificado em fevereiro de 2025. No &uacute;ltimo m&ecirc;s, a parcela relativa a juros representou 48,9% da presta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia. Nos contratos celebrados nos &uacute;ltimos 3 meses, o valor m&eacute;dio da presta&ccedil;&atilde;o aumentou 19 euros, para 695 euros verificando-se uma subida de 11,7% em termos hom&oacute;logos. O capital m&eacute;dio em d&iacute;vida para a totalidade dos cr&eacute;ditos &agrave; habita&ccedil;&atilde;o aumentou 500 euros, atingindo 76 494 euros.<br><br>Taxa de juro no crédito à habitação diminuiu para 3,079%"
  } 
    ,

  {
    "title":"Preços na Produção Industrial diminuíram 3,5%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762534884&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"18-03-2026",
    "contentSnippet": "Preços na Produção Industrial diminuíram 3,5%",
    "content":"O &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os na Produ&ccedil;&atilde;o Industrial (IPPI) registou, em fevereiro, uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de -3,5%, taxa inferior em 1,4 pontos percentuais (p.p.) face &agrave; observada no m&ecirc;s anterior. Esta evolu&ccedil;&atilde;o reflete a redu&ccedil;&atilde;o mais acentuada dos pre&ccedil;os da Energia, que contribuiu com -3,3 p.p. para o &iacute;ndice agregado.A varia&ccedil;&atilde;o mensal situou-se em -1,1%, invertendo a taxa positiva de 0,3% registada em fevereiro de 2025.<br><br>Preços na Produção Industrial diminuíram 3,5%"
  } 
    ,

  {
    "title":"Aeroportos nacionais movimentaram, em janeiro, 4,4 milhões de passageiros",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762549226&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"13-03-2026",
    "contentSnippet": "Aeroportos nacionais movimentaram, em janeiro, 4,4 milhões de passageiros",
    "content":"Em janeiro de 2026, os aeroportos nacionais movimentaram 4,4 milh&otilde;es de passageiros e 17,9 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de +4,0% e -1,6%, respetivamente (+4,6% e -8,8% no m&ecirc;s anterior, pela mesma ordem).Nesse m&ecirc;s desembarcaram, em m&eacute;dia, 68,2 mil passageiros por dia, resultado superior aos 65,6 mil registados em janeiro de 2025, o que representa um crescimento de 3,9%.Espanha foi o principal pa&iacute;s de origem dos voos com passageiros, enquanto Fran&ccedil;a ocupou a segunda posi&ccedil;&atilde;o, verificando-se posi&ccedil;&otilde;es inversas como principais pa&iacute;ses de destino. O Reino Unido ocupou a 3&ordf; posi&ccedil;&atilde;o tanto como pa&iacute;s de origem como de destino dos voos.Consulte a informa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da Aplica&ccedil;&atilde;o Interativa das Estat&iacute;sticas do Transporte A&eacute;reo.<br><br>Aeroportos nacionais movimentaram, em janeiro, 4,4 milhões de passageiros"
  } 
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