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  {
    "title":"Movimento de passageiros nos aeroportos aumentou 2,5% no primeiro semestre",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=707211882&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"13-08-2026",
    "contentSnippet": "Movimento de passageiros nos aeroportos aumentou 2,5% no primeiro semestre",
    "content":"Em junho de 2026, os aeroportos nacionais movimentaram 7,1 milh&otilde;es de passageiros e 21,8 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de -0,2% e +3,4%, respetivamente (+2,9% e -3,3% no m&ecirc;s anterior, pela mesma ordem).Nesse m&ecirc;s, desembarcaram, em m&eacute;dia, 118,7 mil passageiros por dia, o que corresponde a um decr&eacute;scimo de 0,1% face a junho de 2025.No primeiro semestre de 2026, o n&uacute;mero de passageiros movimentados aumentou 2,5% e o movimento de carga e correio 0,4% (+4,8% e +2,5% no primeiro semestre de 2025, pela mesma ordem).O Reino Unido manteve-se como o principal pa&iacute;s de origem e de destino dos voos com passageiros. Fran&ccedil;a, Espanha e Alemanha conservaram, respetivamente, a 2&ordf;, 3&ordf; e 4&ordf; posi&ccedil;&otilde;es. A It&aacute;lia manteve a 5.&ordf; posi&ccedil;&atilde;o entre os principais pa&iacute;ses de destino e ocupou tamb&eacute;m a 5&ordf; posi&ccedil;&atilde;o entre os principais pa&iacute;ses de origem.Consulte a informa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da Aplica&ccedil;&atilde;o Interativa das Estat&iacute;sticas do Transporte A&eacute;reo.<br><br>Movimento de passageiros nos aeroportos aumentou 2,5% no primeiro semestre"
  } 
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    "title":"O Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,4%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770290993&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"13-08-2026",
    "contentSnippet": "O Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,4%",
    "content":"No 2.&ordm; trimestre de 2026, o &Iacute;ndice de Custo do Trabalho (ICT) registou um acr&eacute;scimo hom&oacute;logo de 5,4%. No trimestre anterior, tinha aumentado 5,3%.Os custos salariais (por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 5,4% e os outros custos (tamb&eacute;m por hora efetivamente trabalhada) aumentaram 5,2% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo do ano anterior.A evolu&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do ICT resultou tamb&eacute;m da conjuga&ccedil;&atilde;o do acr&eacute;scimo de 4,9% no custo m&eacute;dio por trabalhador e do decr&eacute;scimo de 0,4% no n&uacute;mero de horas efetivamente trabalhadas por trabalhador. O acr&eacute;scimo do custo m&eacute;dio por trabalhador foi transversal a todas as atividades econ&oacute;micas, tendo os aumentos sido maiores na Constru&ccedil;&atilde;o (6,5%) e menores na Administra&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica (4,4%). Com exce&ccedil;&atilde;o dos Servi&ccedil;os, que apresentaram um acr&eacute;scimo igual ao do trimestre anterior, as restantes atividades registaram aumentos menores. As horas efetivamente trabalhadas por trabalhador diminu&iacute;ram em todas as atividades econ&oacute;micas, com os Servi&ccedil;os a registarem a maior redu&ccedil;&atilde;o (-0.6%) e a Ind&uacute;stria e a Constru&ccedil;&atilde;o a menor (-0.1%). Em resultado destas varia&ccedil;&otilde;es, o ICT aumentou em todas as atividades econ&oacute;micas, tendo o maior acr&eacute;scimo sido observado na Constru&ccedil;&atilde;o (6,7%).<br><br>O Índice de Custo do Trabalho aumentou 5,4%"
  } 
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    "title":"Produção na Construção cresceu 2,0%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770285452&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"12-08-2026",
    "contentSnippet": "Produção na Construção cresceu 2,0%",
    "content":"O &Iacute;ndice de Produ&ccedil;&atilde;o na Constru&ccedil;&atilde;o aumentou 2,0% em junho, varia&ccedil;&atilde;o inferior em 1,7 pontos percentuais (p.p.) &agrave; observada no m&ecirc;s anterior.Os &iacute;ndices de emprego e de remunera&ccedil;&otilde;es aceleraram 0,5 p.p. e 1,1 p.p. para crescimentos hom&oacute;logos de 2,1% e de 7,4%, respetivamente.<br><br>Produção na Construção cresceu 2,0%"
  } 
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  {
    "title":"Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 3,0%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770562519&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"12-08-2026",
    "contentSnippet": "Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 3,0%",
    "content":"A varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os no Consumidor (IPC) foi 3,0% em julho de 2026, taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) &agrave; registada no m&ecirc;s anterior. O indicador de infla&ccedil;&atilde;o subjacente (&iacute;ndice total excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos) registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,6% (2,5% em junho). A varia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice relativo aos produtos energ&eacute;ticos diminuiu para 8,7% (9,1% no m&ecirc;s anterior) e o &iacute;ndice referente aos produtos alimentares n&atilde;o transformados registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 3,7% (5,1% em junho).&nbsp;A varia&ccedil;&atilde;o mensal do IPC foi -0,5% (0,1% no m&ecirc;s precedente e -0,4% em julho de 2025). A varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos &uacute;ltimos doze meses foi 2,6% (valor id&ecirc;ntico no m&ecirc;s anterior).&nbsp;O &Iacute;ndice Harmonizado de Pre&ccedil;os no Consumidor (IHPC) portugu&ecirc;s apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 3,1%, taxa id&ecirc;ntica &agrave; do m&ecirc;s anterior e superior em 0,2 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a &aacute;rea do Euro (em junho, esta diferen&ccedil;a tinha sido de 0,3 p.p.).&nbsp;Excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos, o IHPC em Portugal atingiu uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,7% em julho (2,5% em junho), taxa superior &agrave; da &aacute;rea do Euro (estimada em 2,2%).O IHPC registou uma varia&ccedil;&atilde;o mensal de -0,3% (0,1% no m&ecirc;s anterior e -0,3% em julho de 2025) e uma varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos &uacute;ltimos doze meses de 2,5% (valor id&ecirc;ntico no m&ecirc;s precedente).<br><br>Taxa de variação homóloga do IPC diminuiu para 3,0%"
  } 
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  {
    "title":"Do 1.º para o 2.º trimestre de 2026, 29,7% dos desempregados transitaram para o emprego",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=771913660&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"12-08-2026",
    "contentSnippet": "Do 1.º para o 2.º trimestre de 2026, 29,7% dos desempregados transitaram para o emprego",
    "content":"Do total de pessoas que estavam desempregadas no 1.&ordm; trimestre de 2026, 50,6% (175,3 mil) permaneceram nesse estado no 2.&ordm; trimestre de 2026, 29,7% (102,8 mil) transitaram para o emprego e 19,7% (68,2 mil) transitaram para a inatividade.No mesmo per&iacute;odo, 32,4% (50,5 mil) dos homens desempregados e 27,5% (52,3 mil) das mulheres desempregadas transitaram para o emprego.Do 1.&ordm; para o 2.&ordm; trimestre de 2026, 37,2% (83,0 mil) dos desempregados de curta dura&ccedil;&atilde;o e 24,9% (30,2 mil) dos inativos pertencentes &agrave; &ldquo;for&ccedil;a de trabalho potencial&rdquo; transitaram para o emprego.Ao mesmo tempo, transitaram para um trabalho por conta de outrem 11,1% (88,9 mil) das pessoas que tinham um trabalho por conta pr&oacute;pria e 27,9% (96,6 mil) das pessoas que se encontravam desempregadas.Do total de trabalhadores por conta de outrem que, no 1.&ordm; trimestre de 2026, tinham um contrato de trabalho com termo ou outro tipo de contrato, 24,5% (155,3 mil) passaram a ter um contrato sem termo no 2.&ordm; trimestre de 2026.Do n&uacute;mero de pessoas que, no 1.&ordm; trimestre de 2026, tinham um emprego a tempo parcial, 22,3% (91,3 mil) passaram a trabalhar a tempo completo no 2.&ordm; trimestre de 2026.A percentagem de pessoas que permaneceram empregadas entre o 1.&ordm; e o 2.&ordm; trimestre de 2026, mas que mudaram de emprego, fixou-se nos 3,1% (160,1 mil).No mesmo per&iacute;odo, 3,4% (176,8 mil) das pessoas que permaneceram empregadas continuaram a ter dois ou mais empregos e 2,0% (102,6 mil) das pessoas que tinham um emprego passaram a ter dois ou mais empregos.Do total de jovens dos 16 aos 34 anos que, no 1.&ordm; trimestre de 2026, n&atilde;o estavam empregados, nem em educa&ccedil;&atilde;o ou forma&ccedil;&atilde;o (NEEF), 26,2% (50,9 mil) transitaram para o emprego no 2.&ordm; trimestre de 2026, enquanto 16,3% (31,6 mil) passaram a frequentar o ensino ou forma&ccedil;&atilde;o.<br><br>Do 1.º para o 2.º trimestre de 2026, 29,7% dos desempregados transitaram para o emprego"
  } 
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  {
    "title":"Volume de Negócios nos Serviços cresceu 4,6%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770288720&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"11-08-2026",
    "contentSnippet": "Volume de Negócios nos Serviços cresceu 4,6%",
    "content":"Em junho, o &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios nos Servi&ccedil;os registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga nominal de 4,6%, o que representa uma acelera&ccedil;&atilde;o de 2,8 pontos percentuais (p.p.) face ao m&ecirc;s anterior. Em termos reais, o &iacute;ndice deflacionado diminuiu 0,2% (em maio, o &iacute;ndice tinha-se reduzido 1,9%).&nbsp;No conjunto do 2.&ordm; trimestre de 2026, o &iacute;ndice nominal aumentou 4,1% face ao mesmo per&iacute;odo de 2025, enquanto o &iacute;ndice deflacionado registou uma diminui&ccedil;&atilde;o de 0,4% (2,2% e -1,2% no trimestre anterior, respetivamente).Na compara&ccedil;&atilde;o mensal, o &iacute;ndice nominal cresceu 2,5%, ap&oacute;s a contra&ccedil;&atilde;o de 3,3% em maio.Os &iacute;ndices de emprego, remunera&ccedil;&otilde;es e horas trabalhadas, ajustados de efeitos de calend&aacute;rio, apresentaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de 0,3%, 6,3% e 1,8%, respetivamente (1,6%, 7,3% e 0,3 % em maio).<br><br>Volume de Negócios nos Serviços cresceu 4,6%"
  } 
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  {
    "title":"Volume de Negócios na Indústria aumentou 6,5%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770284310&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"10-08-2026",
    "contentSnippet": "Volume de Negócios na Indústria aumentou 6,5%",
    "content":"Em junho, o &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios na Ind&uacute;stria apresentou um crescimento hom&oacute;logo nominal de 6,5% (6,8% em maio). Excluindo o agrupamento da Energia, a varia&ccedil;&atilde;o do volume de neg&oacute;cios foi 5,1% (3,9% no m&ecirc;s anterior). O &iacute;ndice relativo ao mercado externo desacelerou 2,5 pontos percentuais, para uma taxa de varia&ccedil;&atilde;o de 2,1% em junho, enquanto o &iacute;ndice do mercado nacional cresceu 9,0% (8,1% em maio). No segundo trimestre de 2026, as vendas na ind&uacute;stria aumentaram 7,5% em termos hom&oacute;logos (1,4% no trimestre precedente), refletindo em grande medida a acelera&ccedil;&atilde;o dos pre&ccedil;os.O emprego e horas trabalhadas apresentaram diminui&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de 0,7% e 0,3% em junho (varia&ccedil;&otilde;es de -0,1% e -1,3% no m&ecirc;s anterior), enquanto as remunera&ccedil;&otilde;es tiveram um aumento de 5,6% (4,6% em maio).<br><br>Volume de Negócios na Indústria aumentou 6,5%"
  } 
    ,

  {
    "title":"Custos de construção de habitação nova aumentaram 7,2%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770285036&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"10-08-2026",
    "contentSnippet": "Custos de construção de habitação nova aumentaram 7,2%",
    "content":"Em junho, estima-se que os custos de constru&ccedil;&atilde;o de habita&ccedil;&atilde;o nova tenham aumentado 7,2% em termos hom&oacute;logos, situando-se 0,3 pontos percentuais (p.p.) acima da varia&ccedil;&atilde;o observada no m&ecirc;s anterior. O pre&ccedil;o dos materiais registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 6,5% e o custo da m&atilde;o de obra aumentou 8,0%.&nbsp;<br><br>Custos de construção de habitação nova aumentaram 7,2%"
  } 
    ,

  {
    "title":"Exportações e importações aumentaram",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770286124&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"07-08-2026",
    "contentSnippet": "Exportações e importações aumentaram",
    "content":"Em junho de 2026, as exporta&ccedil;&otilde;es e as importa&ccedil;&otilde;es de bens registaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas nominais de, respetivamente, +10,0% e +19,6% (+5,4% e -1,9%, pela mesma ordem, em maio de 2026). Quando exclu&iacute;das as transa&ccedil;&otilde;es sem transfer&ecirc;ncia de propriedade (TTE), isto &eacute;, transa&ccedil;&otilde;es com vista a ou na sequ&ecirc;ncia de trabalhos por encomenda, ambos os fluxos apresentaram aumentos: +11,0% nas exporta&ccedil;&otilde;es e +17,0% nas importa&ccedil;&otilde;es (+4,5% e +4,7%, respetivamente, em maio de 2026). O d&eacute;fice da balan&ccedil;a comercial de bens atingiu 3 632 milh&otilde;es de euros, agravando-se em 1 122 milh&otilde;es de euros face a junho do ano anterior. Quando exclu&iacute;das as TTE, o d&eacute;fice comercial totalizou 3 440 milh&otilde;es de euros, refletindo um agravamento de 824 milh&otilde;es de euros.Em junho de 2026, o &iacute;ndice de valor unit&aacute;rio (pre&ccedil;os) das exporta&ccedil;&otilde;es manteve a trajet&oacute;ria de crescimento observada nos meses anteriores, registando uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga positiva de 4,9% (+5,9% em maio de 2026 e -1,5% em junho de 2025). Nas importa&ccedil;&otilde;es, o &iacute;ndice registou a terceira varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga positiva consecutiva (+6,1%), ap&oacute;s +7,9% em maio de 2026 e -2,1% em junho de 2025.Neste destaque, al&eacute;m dos resultados mensais, s&atilde;o divulgados os resultados definitivos de 2025, com varia&ccedil;&otilde;es anuais de +0,1% nas exporta&ccedil;&otilde;es e de +4,5% nas importa&ccedil;&otilde;es, bem como um agravamento de 4 757 milh&otilde;es de euros no saldo da balan&ccedil;a comercial. Face aos resultados preliminares divulgados em junho, as taxas de varia&ccedil;&atilde;o anual definitivas refletem revis&otilde;es de -0,5 p.p. nas exporta&ccedil;&otilde;es e de +0,4 p.p. nas importa&ccedil;&otilde;es, decorrentes da incorpora&ccedil;&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o adicional, entretanto, dispon&iacute;vel.&nbsp;<br><br>Exportações e importações aumentaram"
  } 
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  {
    "title":"A taxa de desemprego diminuiu para 5,3%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770287980&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"05-08-2026",
    "contentSnippet": "A taxa de desemprego diminuiu para 5,3%",
    "content":"No 2.&ordm; trimestre de 2026, a popula&ccedil;&atilde;o empregada (5 399,8 mil pessoas) aumentou 1,9% (99,0 mil) em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior e 2,9% (151,5 mil) relativamente ao trimestre hom&oacute;logo de 2025, correspondendo ao valor mais elevado desde o 1.&ordm; trimestre de 2011.&nbsp;A propor&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o empregada em teletrabalho, isto &eacute;, que trabalhou a partir de casa com recurso a tecnologias de informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o, foi de 21,3% (1 152,0 mil pessoas), superior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) &agrave; do 1.&ordm; trimestre de 2026 e em 0,4 p.p. &agrave; do 2.&ordm; trimestre de 2025, representando a propor&ccedil;&atilde;o mais elevada desde o 3.&ordm; trimestre de 2023.A popula&ccedil;&atilde;o desempregada, estimada em 300,8 mil pessoas, diminuiu 13,1% (45,5 mil) em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior e 8,7% (28,7 mil) relativamente ao trimestre hom&oacute;logo.A taxa de desemprego foi estimada em 5,3%, valor inferior em 0,8 p.p. ao do trimestre anterior e em 0,6 p.p. por compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo trimestre do ano anterior, sendo o valor mais baixo desde o in&iacute;cio da s&eacute;rie em 2011.A subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho abrangeu 525,8 mil pessoas, valor inferior em 10,6% (62,2 mil) ao do trimestre anterior e em 8,2% (47,3 mil) ao do per&iacute;odo hom&oacute;logo. A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho, estimada em 9,1%, diminuiu 1,1 p.p. relativamente ao trimestre anterior e 1,0 p.p. em termos hom&oacute;logos. Ambos os indicadores alcan&ccedil;aram o valor mais baixo desde 2011.A popula&ccedil;&atilde;o inativa com 16 e mais anos (3 712,1 mil) diminuiu 0,7% (26,7 mil) em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior e 1,1% (40,9 mil) relativamente ao hom&oacute;logo.<br><br>A taxa de desemprego diminuiu para 5,3%"
  } 
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  {
    "title":"A riqueza das famílias em 2024",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=806921241&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"05-08-2026",
    "contentSnippet": "A riqueza das famílias em 2024",
    "content":"Em virtude de se ter identificado uma incorre&ccedil;&atilde;o no c&aacute;lculo dos ponderadores finais dos agregados familiares, que permitem extrapolar as respostas para o conjunto de agregados familiares residentes em Portugal, republica-se o Destaque divulgado no dia 28 de maio de 2026 com as devidas altera&ccedil;&otilde;es, n&atilde;o considerando a escolaridade no procedimento de calibragem. A riqueza l&iacute;quida das fam&iacute;lias em 2024 &eacute; revista em baixa (-7% em m&eacute;dia), mas em termos qualitativos as conclus&otilde;es do destaque n&atilde;o t&ecirc;m altera&ccedil;&otilde;es.&bull; De acordo com o Inqu&eacute;rito &agrave; Situa&ccedil;&atilde;o Financeira das Fam&iacute;lias (ISFF) de 2024, a riqueza l&iacute;quida m&eacute;dia e a riqueza l&iacute;quida mediana aumentaram cerca de 21% em termos reais em rela&ccedil;&atilde;o a 2020, para 278,3 milhares de euros e 143,3 milhares de euros, respetivamente. Em grande parte, esta evolu&ccedil;&atilde;o foi determinada pelo aumento do valor dos ativos reais (21,1%, em m&eacute;dia), num contexto de forte crescimento dos pre&ccedil;os da habita&ccedil;&atilde;o.&bull; Em 2024, a riqueza l&iacute;quida mediana das fam&iacute;lias pertencentes ao conjunto das 20% com riqueza l&iacute;quida mais reduzida era 1,3 milhares de euros, o que contrasta com 962,1 milhares de euros no conjunto das 10% com maior riqueza.&bull; Nos grupos com riqueza l&iacute;quida mais baixa, como &eacute; o caso das fam&iacute;lias em que o indiv&iacute;duo de refer&ecirc;ncia se encontra desempregado ou tem uma idade inferior a 35 anos, a percentagem de fam&iacute;lias propriet&aacute;rias da resid&ecirc;ncia principal &eacute; menor (cerca de 40%) do que no conjunto das fam&iacute;lias (70,2%).&bull; Nos grupos com riqueza l&iacute;quida mais elevada, como &eacute; o caso das fam&iacute;lias de maior rendimento e daquelas em que o indiv&iacute;duo de refer&ecirc;ncia &eacute; trabalhador por conta pr&oacute;pria ou tem o ensino superior, os outros im&oacute;veis (diferentes da resid&ecirc;ncia principal) ou os neg&oacute;cios por conta pr&oacute;pria t&ecirc;m um peso relativamente mais importante na riqueza.&bull; Os ativos financeiros est&atilde;o ligeiramente mais concentrados nas fam&iacute;lias mais ricas do que os ativos reais.&bull; Na generalidade das fam&iacute;lias, a maior parte da riqueza financeira est&aacute; aplicada em dep&oacute;sitos (que incluem os certificados de aforro e do Tesouro) (75,4%, no conjunto das fam&iacute;lias), o que est&aacute; em linha com a elevada avers&atilde;o ao risco reportada pelas fam&iacute;lias.&bull; Em 2024, 41,7% das fam&iacute;lias tinham algum tipo de d&iacute;vida e entre as fam&iacute;lias endividadas o valor mediano da d&iacute;vida era 34,5 milhares de euros.&bull; Em 2024, 8% das fam&iacute;lias tinham restri&ccedil;&otilde;es no acesso ao cr&eacute;dito. Esta percentagem atingia cerca de 20% nas fam&iacute;lias com riqueza l&iacute;quida mais baixa, mais jovens ou quando o indiv&iacute;duo de refer&ecirc;ncia estava desempregado.&bull; Face ao passado, em 2024, a percentagem de fam&iacute;lias com um elevado grau de endividamento &eacute; menor. Esta situa&ccedil;&atilde;o mais favor&aacute;vel decorreu da redu&ccedil;&atilde;o da d&iacute;vida, do aumento do rendimento e crescimento do valor dos ativos.<br><br>A riqueza das famílias em 2024"
  } 
    ,

  {
    "title":"VAB gerado pelo Turismo continuou a representar 8,1% do VAB nacional. Consumo do Turismo no Território Económico cresceu abaixo do ritmo da economia nacional",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770294949&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"03-08-2026",
    "contentSnippet": "VAB gerado pelo Turismo continuou a representar 8,1% do VAB nacional. Consumo do Turismo no Território Económico cresceu abaixo do ritmo da economia nacional",
    "content":"Em 2025, o Valor Acrescentado Bruto direto gerado pelo Turismo (VABGT) registou uma varia&ccedil;&atilde;o nominal igual &agrave; do VAB nacional (5,6%), enquanto o Consumo do Turismo no Territ&oacute;rio Econ&oacute;mico (CTTE) aumentou 4,9%, abaixo da varia&ccedil;&atilde;o nominal do PIB nacional (5,9%).O VABGT representou 8,1% do VAB nacional em 2025, mantendo a import&acirc;ncia relativa no tri&eacute;nio 2023-2025. O CTTE foi equivalente a 16,1% do PIB, evidenciando um ligeiro decr&eacute;scimo face ao m&aacute;ximo hist&oacute;rico alcan&ccedil;ado em 2023 (16,3%).Aplicando o Sistema Integrado de Matrizes Sim&eacute;tricas Input-Output (MSIO) aos principais resultados da Conta Sat&eacute;lite do Turismo, estima-se que a atividade tur&iacute;stica tenha gerado um contributo total (direto e indireto) de 36,2 mil milh&otilde;es de euros para o PIB em 2025, o que corresponde a 11,8% (11,9% em 2023 e 2024). Estes resultados refletem um contributo de 0,3 pontos percentuais (p.p.) para o crescimento real do PIB em 2025 (1,9%).Em 2023, o emprego nas atividades caracter&iacute;sticas do turismo, medido em equivalente a tempo completo (ETC), registou um crescimento significativo (10,6%), acima do observado na economia nacional (3,8%), representando 10,4% do emprego da economia nacional (9,8% em 2022).As remunera&ccedil;&otilde;es das atividades caracter&iacute;sticas do turismo representavam 9,1% do total das remunera&ccedil;&otilde;es da economia nacional, e a remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia por trabalhador nestas atividades correspondia a 92,8% da remunera&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia nacional.Consulte a infografia<br><br>VAB gerado pelo Turismo continuou a representar 8,1% do VAB nacional. Consumo do Turismo no Território Económico cresceu abaixo do ritmo da economia nacional"
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    "title":"Produção Industrial diminuiu 0,7%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770283305&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"31-07-2026",
    "contentSnippet": "Produção Industrial diminuiu 0,7%",
    "content":"O &Iacute;ndice de Produ&ccedil;&atilde;o Industrial apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de -0,7%, em junho (-1,6% em maio). Excluindo o agrupamento de Energia esta varia&ccedil;&atilde;o foi de -0,6% (0,1% no m&ecirc;s precedente). A taxa de varia&ccedil;&atilde;o da sec&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias Transformadoras situou-se em -1,7% (-0,4% em maio). A varia&ccedil;&atilde;o mensal do &iacute;ndice agregado foi -3,8% (1,0% no m&ecirc;s anterior).&nbsp;No segundo trimestre de 2026, o &iacute;ndice agregado diminuiu 0,6% face ao trimestre hom&oacute;logo (no trimestre anterior, esta varia&ccedil;&atilde;o tinha sido 0,3%).<br><br>Produção Industrial diminuiu 0,7%"
  } 
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    "title":"Dormidas de não residentes inverteram trajetória de crescimento dos últimos 8 meses",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770296021&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"31-07-2026",
    "contentSnippet": "Dormidas de não residentes inverteram trajetória de crescimento dos últimos 8 meses",
    "content":"Em junho de 2026, o setor do alojamento tur&iacute;stico registou 3,1 milh&otilde;es de h&oacute;spedes (+1,0%) e 8,1 milh&otilde;es de dormidas (+0,7%). Os proveitos totais ascenderam a 786,6 milh&otilde;es de euros e os proveitos de aposento a 609,3 milh&otilde;es de euros (+4,7% e +4,5%, respetivamente).O crescimento das dormidas foi sustentado exclusivamente pelo mercado interno, ainda que em abrandamento. As dormidas dos residentes aumentaram 3,8% (+6,7% em maio), atingindo 2,5 milh&otilde;es. As dormidas de n&atilde;o residentes diminu&iacute;ram 0,6% (ap&oacute;s +1,1% em maio), o primeiro decr&eacute;scimo desde o registado em setembro de 2025, totalizando 5,7 milh&otilde;es.Entre os dez principais mercados emissores, os mercados canadiano e norte americano apresentaram os maiores crescimentos (+4,0% e +2,8%, respetivamente). Em contrapartida, o mercado franc&ecirc;s continuou a manter o maior decr&eacute;scimo (-7,9%).&nbsp;No mesmo m&ecirc;s, o rendimento m&eacute;dio por quarto dispon&iacute;vel (RevPAR) fixou-se em 90,5 euros (+1,0%) e o rendimento m&eacute;dio por quarto ocupado (ADR) atingiu 140,8 euros (+2,7%).<br><br>Dormidas de não residentes inverteram trajetória de crescimento dos últimos 8 meses"
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    "title":"Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 3,0%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770562043&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"31-07-2026",
    "contentSnippet": "Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 3,0%",
    "content":"Tendo por base a informa&ccedil;&atilde;o j&aacute; apurada, a taxa de varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os no Consumidor (IPC)&nbsp;foi 3,0% em julho de 2026, taxa inferior em 0,2 pontos percentuais (p.p.) &agrave; observada no m&ecirc;s anterior. O indicador de infla&ccedil;&atilde;o subjacente (&iacute;ndice total excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos) ter&aacute; registado uma varia&ccedil;&atilde;o de 2,6%, taxa superior em 0,1 p.p. &agrave; do m&ecirc;s precedente.&nbsp; A varia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice relativo aos produtos energ&eacute;ticos diminuiu para 8,7% (9,1% em junho) e o &iacute;ndice referente aos produtos alimentares n&atilde;o transformados registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 3,7% (5,1% no m&ecirc;s anterior).Comparativamente com o m&ecirc;s anterior, a varia&ccedil;&atilde;o do IPC ter&aacute; sido -0,5% (0,1% em junho e -0,4% em julho de 2025).&nbsp;Estima-se uma varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia nos &uacute;ltimos doze meses de 2,6% (valor id&ecirc;ntico ao do m&ecirc;s anterior).O &Iacute;ndice Harmonizado de Pre&ccedil;os no Consumidor (IHPC) portugu&ecirc;s ter&aacute; registado uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 3,1%&nbsp;(valor id&ecirc;ntico em junho).&nbsp;Os dados definitivos referentes ao IPC do m&ecirc;s de julho ser&atilde;o publicados no pr&oacute;ximo dia 12 de agosto.<br><br>Taxa de variação homóloga do IPC estimada em 3,0%"
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    "title":"Vendas no Comércio cresceram 2,7%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770287253&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"30-07-2026",
    "contentSnippet": "Vendas no Comércio cresceram 2,7%",
    "content":"O &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios no Com&eacute;rcio registou, em junho, uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,7%, acelerando 1,4 pontos percentuais (p.p.) face ao valor observado no m&ecirc;s anterior. O com&eacute;rcio a retalho registou um crescimento hom&oacute;logo de 3,0%, superior em 0,2 p.p. ao observado em maio. O com&eacute;rcio por grosso apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o positiva, de 0,5%, ap&oacute;s a contra&ccedil;&atilde;o de 0,8% no m&ecirc;s anterior. Por sua vez, o com&eacute;rcio, manuten&ccedil;&atilde;o e repara&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos autom&oacute;veis acelerou significativamente, com a taxa de crescimento a passar de 4,4% em maio para 9,0% em junho.No segundo trimestre de 2026, as vendas no com&eacute;rcio registaram um crescimento hom&oacute;logo de 2,9%, acelerando 0,4 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre anterior.Os &iacute;ndices de emprego, remunera&ccedil;&otilde;es e horas trabalhadas ajustado de efeitos de calend&aacute;rio, apresentaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de 0,3%, 7,4% e 2,1% em junho, respetivamente (1,2%, 8,0% e 1,0% em maio).<br><br>Vendas no Comércio cresceram 2,7%"
  } 
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  {
    "title":"Produto Interno Bruto cresceu 2,5% em termos homólogos e 0,8% em cadeia",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770292115&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"30-07-2026",
    "contentSnippet": "Produto Interno Bruto cresceu 2,5% em termos homólogos e 0,8% em cadeia",
    "content":"O Produto Interno Bruto (PIB), em volume, registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,5% no 2&ordm; trimestre de 2026, ap&oacute;s um crescimento de 2,4% no trimestre anterior. O contributo positivo da procura interna para a varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do PIB diminuiu, em resultado do abrandamento do investimento, enquanto o consumo privado acelerou. A procura externa l&iacute;quida registou um contributo menos negativo, verificando-se uma acelera&ccedil;&atilde;o mais pronunciada nas exporta&ccedil;&otilde;es de bens e servi&ccedil;os que nas importa&ccedil;&otilde;es de bens e servi&ccedil;os.&nbsp;Comparando com o 1&ordm; trimestre de 2026, o PIB aumentou 0,8%, ap&oacute;s uma varia&ccedil;&atilde;o de 0,1% no trimestre anterior. O contributo da procura externa l&iacute;quida para a varia&ccedil;&atilde;o em cadeia do PIB passou a positivo, com as importa&ccedil;&otilde;es de bens e servi&ccedil;os a registarem um abrandamento mais significativo que as exporta&ccedil;&otilde;es de bens e servi&ccedil;os. O contributo da procura interna manteve-se positivo, mas inferior ao observado no 1&ordm; trimestre, verificando-se uma diminui&ccedil;&atilde;o do investimento e um crescimento mais intenso do consumo privado.&nbsp;<br><br>Produto Interno Bruto cresceu 2,5% em termos homólogos e 0,8% em cadeia"
  } 
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    "title":"Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico diminui",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770299875&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"30-07-2026",
    "contentSnippet": "Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico diminui",
    "content":"O indicador de confian&ccedil;a dos Consumidores aumentou entre maio e julho, ap&oacute;s ter diminu&iacute;do nos tr&ecirc;s meses anteriores, de forma significativa em mar&ccedil;o, e de ter registado em abril o valor mais baixo desde novembro de 2023. A evolu&ccedil;&atilde;o do &uacute;ltimo m&ecirc;s resultou dos contributos positivos das perspetivas sobre a evolu&ccedil;&atilde;o futura da situa&ccedil;&atilde;o econ&oacute;mica do pa&iacute;s, da situa&ccedil;&atilde;o financeira do agregado familiar e da realiza&ccedil;&atilde;o de compras importantes por parte das fam&iacute;lias. Em sentido contr&aacute;rio, as opini&otilde;es sobre a evolu&ccedil;&atilde;o passada da situa&ccedil;&atilde;o financeira do agregado familiar registaram um contributo negativo.&nbsp;O saldo das aprecia&ccedil;&otilde;es sobre a evolu&ccedil;&atilde;o passada dos pre&ccedil;os diminuiu nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses, ap&oacute;s ter registado em abril o maior aumento desde maio de 2008. O saldo das expectativas sobre a evolu&ccedil;&atilde;o futura dos pre&ccedil;os diminuiu entre abril e julho, depois dos aumentos observados nos tr&ecirc;s meses anteriores e de ter registado em mar&ccedil;o o valor mais elevado desde mar&ccedil;o de 2022.O indicador de clima econ&oacute;mico diminuiu tenuemente em julho, ap&oacute;s ter aumentado nos dois meses anteriores. Os indicadores de confian&ccedil;a aumentaram na Constru&ccedil;&atilde;o e Obras P&uacute;blicas e na Ind&uacute;stria Transformadora, tendo diminu&iacute;do no Com&eacute;rcio e nos Servi&ccedil;os.O indicador da Constru&ccedil;&atilde;o e Obras P&uacute;blicas aumentou em julho, ap&oacute;s ter diminu&iacute;do no m&ecirc;s anterior, registando contributos positivos de ambas as componentes: perspetivas de emprego e aprecia&ccedil;&otilde;es sobre a carteira de encomendas. Na Ind&uacute;stria Transformadora, o indicador tamb&eacute;m aumentou em julho, embora tenuemente, ap&oacute;s ter estabilizado no m&ecirc;s anterior, em consequ&ecirc;ncia do contributo positivo das perspetivas de produ&ccedil;&atilde;o. Contrariamente, o indicador de confian&ccedil;a no Com&eacute;rcio diminuiu em julho, ap&oacute;s ter aumentado no m&ecirc;s anterior, refletindo os contributos negativos das opini&otilde;es sobre o volume de vendas e das perspetivas sobre a atividade nos pr&oacute;ximos tr&ecirc;s meses. O indicador de confian&ccedil;a dos Servi&ccedil;os tamb&eacute;m diminuiu em julho, ap&oacute;s ter aumentado nos dois meses anteriores, refletindo os contributos negativos das opini&otilde;es sobre a evolu&ccedil;&atilde;o da carteira de encomendas e das perspetivas relativas &agrave; evolu&ccedil;&atilde;o da procura.&nbsp;O saldo de respostas das expectativas dos empres&aacute;rios sobre a evolu&ccedil;&atilde;o futura dos pre&ccedil;os de venda diminuiu em todos os setores, no Com&eacute;rcio, na Ind&uacute;stria Transformadora, nos Servi&ccedil;os e na Constru&ccedil;&atilde;o.<br><br>Indicador de confiança dos Consumidores aumenta e indicador de clima económico diminui"
  } 
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  {
    "title":"A taxa de desemprego situou-se em 5,6% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,3%",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=770287758&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"29-07-2026",
    "contentSnippet": "A taxa de desemprego situou-se em 5,6% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,3%",
    "content":"Maio de 2026 (estimativas definitivas):&bull; A taxa de desemprego situou-se em 5,6%, valor inferior ao de abril de 2026 em 0,1 pontos percentuais (p.p.), ao de fevereiro do mesmo ano em 0,4 p.p. e ao de maio do ano anterior em 0,6 p.p.&bull; A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho situou-se em 9,4%, valor inferior ao do m&ecirc;s anterior (0,3 p.p.), ao de tr&ecirc;s meses antes (0,5 p.p.) e ao do mesmo m&ecirc;s de um ano antes (1,0 p.p.).Junho de 2026 (estimativas provis&oacute;rias):&bull; A taxa de desemprego situou-se em 5,6%, igual ao valor de maio, mas inferior ao de mar&ccedil;o de 2026 (0,3 p.p.) e ao de junho de 2025 (0,4 p.p.).&bull; A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho foi estimada em 9,3%, valor inferior ao do m&ecirc;s anterior (0,1 p.p.), ao de tr&ecirc;s meses antes (0,5 p.p.) e ao do mesmo m&ecirc;s do ano anterior (0,9 p.p.). Esta taxa foi a mais baixa desde 2011, quando se iniciou a s&eacute;rie de dados deste indicador.&bull; A taxa de desemprego de homens situou-se em 4,9%, alcan&ccedil;ando o valor mais baixo desde fevereiro de 1998.<br><br>A taxa de desemprego situou-se em 5,6% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,3%"
  } 
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    "title":"Exportações e importações cresceram",
    "link": "https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=771907233&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt",
    "author": "INE - PORTUGAL",
    "publishedDate":"29-07-2026",
    "contentSnippet": "Exportações e importações cresceram",
    "content":"A estimativa r&aacute;pida do Com&eacute;rcio Internacional de bens do 2&ordm; trimestre de 2026 aponta para aumentos em ambos os fluxos:&nbsp; +10,0% nas exporta&ccedil;&otilde;es e +8,2% nas importa&ccedil;&otilde;es, em termos nominais e face ao per&iacute;odo hom&oacute;logo. Quando exclu&iacute;das as transa&ccedil;&otilde;es TTE, ou seja, as transa&ccedil;&otilde;es com vista a ou na sequ&ecirc;ncia de trabalhos por encomenda (sem transfer&ecirc;ncia de propriedade), os aumentos s&atilde;o mais acentuados em ambos os fluxos (+10,6% nas exporta&ccedil;&otilde;es e +12,0% nas importa&ccedil;&otilde;es).&nbsp;No 1&ordm; trimestre de 2026, registou-se um decr&eacute;scimo de 6,5% nas exporta&ccedil;&otilde;es (+0,9% sem TTE) e um acr&eacute;scimo de 2,7% nas importa&ccedil;&otilde;es (+4,3% quando exclu&iacute;das as TTE). Assim, no 2&ordm; trimestre de 2026, observou-se uma invers&atilde;o da trajet&oacute;ria decrescente das exporta&ccedil;&otilde;es e uma acelera&ccedil;&atilde;o das importa&ccedil;&otilde;es.<br><br>Exportações e importações cresceram"
  } 
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