







<rss version="2.0">
 <channel>
     <title>Portal do INE - Canal Rss - Notas de Imprensa</title>
     <description>Rss Feed By INE</description>
     <link>http://www.ine.pt</link>
     <copyright>INE - Portugal </copyright> 

     <image>
     <url>http://www.ine.pt/img/s_logotipo.gif</url>
     <title>Portal do INE - Canal Rss - Notas de Imprensa</title>
     <link>http://www.ine.pt</link>
     </image>      


 
      <item>  
                <title><![CDATA[Viagens turísticas de residentes registaram máximo histórico em 2025]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em 2025, o n&uacute;mero de viagens realizadas pelos residentes aumentou 13,7%, atingindo um m&aacute;ximo hist&oacute;rico de 26,0 milh&otilde;es. Tanto as viagens em territ&oacute;rio nacional (+14%) como as viagens ao estrangeiro (+12,5%) registaram igualmente valores m&aacute;ximos. O &ldquo;alojamento particular gratuito&rdquo; continuou a ser o principal meio de alojamento, embora com menor peso (58,4%, -1,0 p.p.&nbsp; face a 2024). A dura&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia das viagens foi de 3,90 noites (4,07 noites em 2024).</p>
<p>Espanha (38,8%; -1,8 p.p.), Fran&ccedil;a (9,7%, +0,2 p.p.) e It&aacute;lia (6,3%, +0,1 p.p.) mantiveram-se como os principais destinos das desloca&ccedil;&otilde;es dos residentes ao estrangeiro.</p>
<p><strong>No 4&ordm; trimestre de 2025</strong>, os residentes realizaram 6,0 milh&otilde;es de viagens, correspondendo a um crescimento de 13,2% (+8,0% no 3&ordm;T 2025). As viagens em territ&oacute;rio nacional aumentaram 12,8% e representaram 85,9% do total (5,2 milh&otilde;es). As viagens ao estrangeiro cresceram 15,7% (+2,1% no 3&ordm;T 2025), totalizando 846,5 mil viagens, o que correspondeu a 14,1% do total.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=707090897&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 28 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Avaliação da habitação aumentou 16,5% em termos homólogos]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O valor mediano de avalia&ccedil;&atilde;o banc&aacute;ria na habita&ccedil;&atilde;o foi 2 151 euros por metro quadrado em mar&ccedil;o, mais 29 euros que o observado no m&ecirc;s precedente. Em termos hom&oacute;logos, a taxa de varia&ccedil;&atilde;o fixou-se em 16,5% (17,2% em fevereiro). Refira-se que o n&uacute;mero de avalia&ccedil;&otilde;es banc&aacute;rias considerado foi cerca de 32,8 mil, o que representa uma subida de 10,8% face ao m&ecirc;s anterior e uma descida de 10,3% em termos hom&oacute;logos.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768023458&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 27 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[De 1975 a 2026 a participação eleitoral em Portugal diminuiu de forma significativa]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>De 1975 a 2026 registou-se uma tend&ecirc;ncia de diminui&ccedil;&atilde;o da participa&ccedil;&atilde;o eleitoral, n&atilde;o obstante a recupera&ccedil;&atilde;o verificada nas elei&ccedil;&otilde;es dos anos mais recentes. Diferenciando a tipologia dos atos eleitorais ocorridos desde 1975, entre elei&ccedil;&otilde;es Presidenciais, Legislativas, Aut&aacute;rquicas e Europeias, a taxa de participa&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia 1975-2026 foi mais elevada nas elei&ccedil;&otilde;es para a Assembleia da Rep&uacute;blica (65,4%) e mais baixa nas elei&ccedil;&otilde;es para o Parlamento Europeu (40,8%).</p>
<p>Consideradas todas as elei&ccedil;&otilde;es de &acirc;mbito nacional em Portugal, de 1975 a 2026, a taxa m&eacute;dia de participa&ccedil;&atilde;o eleitoral da popula&ccedil;&atilde;o residente em territ&oacute;rio nacional e no estrangeiro foi de 58,5%. Esta percentagem sobe para 61,2% se considerada apenas a popula&ccedil;&atilde;o inscrita e votante residente em territ&oacute;rio nacional.&nbsp;</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=789151111&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Preços da habitação aceleram em 13 dos 24 municípios mais populosos]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>No 4.&ordm; trimestre de 2025, o pre&ccedil;o mediano dos 41 789 alojamentos familiares transacionados em Portugal foi 2 198 &euro;/m2, na sequ&ecirc;ncia de uma taxa de varia&ccedil;&atilde;o de 17,5% em rela&ccedil;&atilde;o ao 4.&ordm; trimestre de 2024 (16,1% no trimestre anterior). O n&uacute;mero de transa&ccedil;&otilde;es de alojamentos familiares em Portugal diminuiu 5,3% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo trimestre de 2024. O pre&ccedil;o mediano da habita&ccedil;&atilde;o aumentou, em rela&ccedil;&atilde;o ao per&iacute;odo hom&oacute;logo de 2024, em 24 das 26 sub-regi&otilde;es NUTS III. Apenas o Alto T&acirc;mega e Barroso (-12,1%) e a Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira&nbsp;(-8,3%) registaram decr&eacute;scimos hom&oacute;logos dos pre&ccedil;os da habita&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>As cinco sub-regi&otilde;es com pre&ccedil;os medianos da habita&ccedil;&atilde;o mais elevados &ndash; Grande Lisboa, Algarve, Pen&iacute;nsula de Set&uacute;bal, Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira e &Aacute;rea Metropolitana do Porto &ndash; apresentaram tamb&eacute;m os valores mais elevados em ambas as categorias de domic&iacute;lio fiscal do comprador (territ&oacute;rio nacional e estrangeiro). Nas&nbsp;sub-regi&otilde;es Grande Lisboa e &Aacute;rea Metropolitana do Porto, o pre&ccedil;o mediano (&euro;/m2) das transa&ccedil;&otilde;es efetuadas por compradores com domic&iacute;lio fiscal no estrangeiro superou, respetivamente em 49,0% e 35,6%, o pre&ccedil;o das transa&ccedil;&otilde;es por compradores com domic&iacute;lio fiscal em territ&oacute;rio nacional.</p>
<p>No 4.&ordm; trimestre de 2025, os pre&ccedil;os da habita&ccedil;&atilde;o aceleraram (isto &eacute;, registaram aumentos nas taxas de varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga) em 13 dos 24 munic&iacute;pios com mais de 100 mil habitantes (em 12, no 3.&ordm; trimestre de 2025), tendo os munic&iacute;pios de Barcelos (+14,5 pontos percentuais (p.p.)) e Maia (+14,1 p.p.) apresentado os maiores acr&eacute;scimos. As maiores diminui&ccedil;&otilde;es na taxa de varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga ocorreram nos munic&iacute;pios de Matosinhos (-27,6 p.p.) e de Coimbra (-25,7 p.p.). Os munic&iacute;pios de Lisboa e do Porto registaram acr&eacute;scimos de 2,2 p.p. e 3,8 p.p. nas taxas de varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;logas do 3.&ordm; para o 4.&ordm; trimestre de 2025. Os munic&iacute;pios de Lisboa (5 198 &euro;/m2), Cascais (4 654 &euro;/m2) e Oeiras (4 225 &euro;/m2) apresentaram os pre&ccedil;os da habita&ccedil;&atilde;o mais elevados.</p>
<p>Em 2025, o pre&ccedil;o mediano de alojamentos familiares em Portugal foi 2 076 &euro;/m2, tendo as sub-regi&otilde;es Grande Lisboa (3 439 &euro;/m2), Algarve (3 139 &euro;/m2), Pen&iacute;nsula de Set&uacute;bal (2 596 &euro;/m2), Regi&atilde;o Aut&oacute;noma da Madeira (2 500 &euro;/m2) e &Aacute;rea Metropolitana do Porto (2 305 &euro;/m2) registado valores superiores ao nacional.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=706274558&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Taxa de juro no crédito à habitação subiu para 3,088%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>A taxa de juro impl&iacute;cita no conjunto dos contratos de cr&eacute;dito &agrave; habita&ccedil;&atilde;o apresentou a primeira subida desde janeiro de 2024, para 3,088% em mar&ccedil;o, traduzindo um aumento de 0,9 pontos base (p.b.) face a fevereiro (3,079%). Nos contratos celebrados nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s meses, a taxa de juro desceu de 2,871% em fevereiro para 2,830% em mar&ccedil;o. A presta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia fixou-se em 402 euros, 5 euros acima do m&ecirc;s anterior e mais 4 euros que em mar&ccedil;o de 2025. No &uacute;ltimo m&ecirc;s, a parcela relativa a juros representou 48,8% da presta&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia. Nos contratos celebrados nos &uacute;ltimos 3 meses, o valor m&eacute;dio da presta&ccedil;&atilde;o aumentou 5 euros, para 700 euros, verificando-se uma subida de 15,9% em termos hom&oacute;logos. O capital m&eacute;dio em d&iacute;vida para a totalidade dos cr&eacute;ditos &agrave; habita&ccedil;&atilde;o aumentou 584 euros, atingindo 77 078 euros.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768021907&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 21 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Preços na Produção Industrial com variação mensal de 2,3% e homóloga nula]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os na Produ&ccedil;&atilde;o Industrial (IPPI) interrompeu, em mar&ccedil;o, uma sequ&ecirc;ncia de 14 meses consecutivos de diminui&ccedil;&otilde;es, ao registar uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga nula, o que representa uma recupera&ccedil;&atilde;o expressiva face &agrave; redu&ccedil;&atilde;o de 3,5% observada no m&ecirc;s anterior. Esta evolu&ccedil;&atilde;o foi sobretudo explicada pelos pre&ccedil;os da Energia, sem a qual o IPPI apresentou em crescimento residual de 0,1% (-0,2% em fevereiro).</p>
<p>No primeiro trimestre de 2026, os pre&ccedil;os na produ&ccedil;&atilde;o industrial diminu&iacute;ram 1,9% (-3,2% no trimestre anterior).</p>
<p>A varia&ccedil;&atilde;o mensal situou-se em 2,3%, invertendo a redu&ccedil;&atilde;o de 1,3% registada em mar&ccedil;o de 2025.</p>
<p></p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768216493&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 20 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Mortalidade diminuiu 5,3% em relação ao mês homólogo de 2025]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em mar&ccedil;o de 2026, registaram-se 10 504 &oacute;bitos, mais 337 (+3,3%) do que no m&ecirc;s precedente. Comparativamente com o m&ecirc;s hom&oacute;logo de 2025, registou-se um decr&eacute;scimo de 590 &oacute;bitos (-5,3%). O n&uacute;mero de &oacute;bitos de crian&ccedil;as com menos de 1 ano foi de 18, mais duas do que em mar&ccedil;o de 2025.</p>
<p>No primeiro trimestre de 2026, ocorreram 34 328 &oacute;bitos em territ&oacute;rio nacional, mais 768 (+2,3%) do que no per&iacute;odo hom&oacute;logo de 2025.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, registaram-se 6 450 nados-vivos, menos 948 (-12,8%) do que em janeiro de 2026, mas mais 33 (+0,5%) do que no m&ecirc;s hom&oacute;logo de 2025.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, o saldo natural foi de -3 708, tendo-se desagravado em rela&ccedil;&atilde;o ao do m&ecirc;s hom&oacute;logo de 2025, quando registou o valor de -3 756.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, celebraram-se 1 601 casamentos, menos 62 (-3,7%) do que em janeiro de 2026 e menos 67 (-4,0%) do que em fevereiro de 2025.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768272968&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[No período 2022-2024, 42,5% das empresas tiveram atividades de inovação e 24,3% introduziram inovações de produto]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Entre 2022-2024, 42,5% das empresas desenvolveram algum tipo de atividades de inova&ccedil;&atilde;o, resultado que compara com 44,7% entre 2020-2022, 48,0% entre 2018-2020 e 32,4% entre 2016-2018. Por tipo de inova&ccedil;&atilde;o, 24,3% das empresas introduziram inova&ccedil;&atilde;o de produto (bens ou servi&ccedil;os) e 37,6% introduziram inova&ccedil;&atilde;o de processo (22,6% e 40,4%, pela mesma ordem, no per&iacute;odo 2020-2022).</p>
<p>A incid&ecirc;ncia da inova&ccedil;&atilde;o varia significativamente com a dimens&atilde;o das empresas: 78,7% das empresas com 250 ou mais pessoas eram inovadoras, no escal&atilde;o de 10 a 249 pessoas ao servi&ccedil;o, a percentagem de empresas com atividades de inova&ccedil;&atilde;o foi de 41,7%. Por atividade econ&oacute;mica, o setor da Informa&ccedil;&atilde;o e comunica&ccedil;&atilde;o (68,9%) foi o que registou a maior propor&ccedil;&atilde;o de empresas inovadoras, seguindo-se o dos Servi&ccedil;os financeiros (59,7%), o do Com&eacute;rcio (45,4%) e da Ind&uacute;stria e energia (45,1%).</p>
<p>No mesmo per&iacute;odo, 59,6% das empresas inovadoras introduziram inova&ccedil;&otilde;es com benef&iacute;cios ambientais obtidos na empresa e/ou durante o consumo ou uso dos bens ou servi&ccedil;os pelo utilizador final, sendo que para 57,3% foram inova&ccedil;&otilde;es com benef&iacute;cios ambientais obtidos na empresa e para 48,7% foram inova&ccedil;&otilde;es com benef&iacute;cios obtidos durante o consumo ou uso dos bens ou servi&ccedil;os pelo utilizador final.</p>
<p>8,4% das empresas eram simultaneamente inovadoras e cooperaram com outras empresas ou organiza&ccedil;&otilde;es em atividades de I&amp;D ou em outras atividades de inova&ccedil;&atilde;o, entre 2022-2024.</p>
<p>Em 2024, a despesa total com atividades de inova&ccedil;&atilde;o atingiu 4 865 milh&otilde;es de euros, mais 25,3% face ao valor de 2022. Este resultado representou cerca de 1,0% do total do volume de neg&oacute;cios das empresas (propor&ccedil;&atilde;o id&ecirc;ntica &agrave; de 2022).</p>
<p>14,9% do volume de neg&oacute;cios das empresas, em 2024, resultou da introdu&ccedil;&atilde;o de produtos novos ou melhorados (-0,3 p.p. face a 2022), sendo que 11,9% resultou da introdu&ccedil;&atilde;o de bens ou servi&ccedil;os novos para a empresa e 3,0% da introdu&ccedil;&atilde;o de bens ou servi&ccedil;os novos para o mercado (10,8% e 4,4% em 2022, respetivamente).</p>
<p>Entre 2022-2024, 62,6% das empresas atribu&iacute;ram um grau de import&acirc;ncia elevado ao foco na qualidade elevada (lideran&ccedil;a pela qualidade) como estrat&eacute;gia para o seu desempenho econ&oacute;mico.</p>
<p>Consulte a <a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpgid=ine_inst_infografia&amp;xpid=INE&amp;INST=787328111" target="_blank">infografia</a></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768269685&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 16 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Produção na Construção abrandou para 0,4%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O &Iacute;ndice de Produ&ccedil;&atilde;o na Constru&ccedil;&atilde;o aumentou 0,4% em fevereiro, varia&ccedil;&atilde;o inferior em 1,0 pontos percentuais (p.p.) &agrave; observada no m&ecirc;s anterior.</p>
<p>Os &iacute;ndices de emprego e de remunera&ccedil;&otilde;es abrandaram 0,7 p.p. e 1,3 p.p., para crescimentos hom&oacute;logos de 2,1%, e 6,5%, em fevereiro.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768215120&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Movimento de passageiros nos aeroportos aumenta 3,3%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em <strong>fevereiro de 2026</strong>, os aeroportos nacionais movimentaram 4,5 milh&otilde;es de passageiros e 19,2 mil toneladas de carga e correio, correspondendo a varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas de +3,3% e +0,6%, respetivamente (+4,0% e -1,6% no m&ecirc;s anterior, pela mesma ordem).</p>
<p>Nesse m&ecirc;s desembarcaram, em m&eacute;dia, 81,2 mil passageiros por dia, resultado superior aos 78,6 mil registados em fevereiro de 2025, o que representa um crescimento de 3,3%.</p>
<p>Nos primeiros dois meses do ano, Espanha foi o principal pa&iacute;s de origem dos voos, seguida da Fran&ccedil;a e do Reino Unido. Como principal pa&iacute;s de destino, destacou-se o Reino Unido, seguido de Espanha e Fran&ccedil;a.</p>
<p></p>
<p>Consulte a informa&ccedil;&atilde;o atrav&eacute;s da <a href="https://www.ine.pt/scripts/transp_aero.html" target="_blank">Aplica&ccedil;&atilde;o Interativa das Estat&iacute;sticas do Transporte A&eacute;reo.</a></p>
<p></p>
<p></p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768270944&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 14 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Volume de Negócios nos Serviços cresceu 0,9%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em fevereiro, o &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios nos Servi&ccedil;os registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga nominal de 0,9%, traduzindo uma desacelera&ccedil;&atilde;o de 0,3 pontos percentuais (p.p.) face ao m&ecirc;s anterior. Em termos reais, o &iacute;ndice deflacionado apresentou uma diminui&ccedil;&atilde;o de 2,0%, ap&oacute;s a redu&ccedil;&atilde;o de 2,2% observada em janeiro.&nbsp;</p>
<p>Na compara&ccedil;&atilde;o mensal, o &iacute;ndice nominal diminuiu 0,9%, contrariando o crescimento de 1,5% registado no m&ecirc;s precedente.</p>
<p>O &iacute;ndice de emprego desacelerou para uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 1,6% (face aos 2,3% do m&ecirc;s anterior), enquanto o &iacute;ndice das remunera&ccedil;&otilde;es manteve o crescimento de 8,0% registado em janeiro.</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768213951&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Taxa de variação homóloga do IPC aumentou para 2,7%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>A varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga do <strong>&Iacute;ndice de Pre&ccedil;os no Consumidor (IPC)</strong> foi 2,7% em mar&ccedil;o de 2026, taxa superior em 0,6 pontos percentuais (p.p.) &agrave; observada no m&ecirc;s anterior. A acelera&ccedil;&atilde;o do IPC &eacute; quase na totalidade explicada pelo aumento do pre&ccedil;o dos combust&iacute;veis. O indicador de infla&ccedil;&atilde;o subjacente (&iacute;ndice total excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos) registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 2,0% (1,9% em fevereiro). A varia&ccedil;&atilde;o do &iacute;ndice relativo aos produtos energ&eacute;ticos aumentou para 5,7% (-2,2% no m&ecirc;s anterior) e o &iacute;ndice referente aos produtos alimentares n&atilde;o transformados registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 6,4% (6,7% no m&ecirc;s anterior).&nbsp;</p>
<p>A varia&ccedil;&atilde;o mensal do IPC foi 2,0% (0,1% no m&ecirc;s precedente e 1,4% em mar&ccedil;o de 2025). A varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos &uacute;ltimos doze meses foi 2,3% (valor id&ecirc;ntico no m&ecirc;s anterior).&nbsp;</p>
<p>O <strong>&Iacute;ndice Harmonizado de Pre&ccedil;os no Consumidor (IHPC)</strong> portugu&ecirc;s apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,7% (2,1% no m&ecirc;s anterior), taxa superior em 0,2 p.p. ao valor estimado pelo Eurostat para a &aacute;rea do Euro (em fevereiro, esta diferen&ccedil;a tinha sido id&ecirc;ntica).&nbsp;</p>
<p>Excluindo produtos alimentares n&atilde;o transformados e energ&eacute;ticos, o IHPC em Portugal atingiu uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 2,0% em mar&ccedil;o (valor id&ecirc;ntico em fevereiro), taxa inferior &agrave; da &aacute;rea do Euro (estimada em 2,2%).</p>
<p>O IHPC registou uma varia&ccedil;&atilde;o mensal de 2,3% (0,1% no m&ecirc;s anterior e 1,7% em mar&ccedil;o de 2025) e uma varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia dos &uacute;ltimos doze meses de 2,2% (2,1% no m&ecirc;s precedente).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768208441&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 13 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Exportações e importações continuaram a decrescer]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em <strong>fevereiro de 2026</strong>, as exporta&ccedil;&otilde;es e as importa&ccedil;&otilde;es de bens registaram varia&ccedil;&otilde;es hom&oacute;logas nominais de, respetivamente,&nbsp;-14,9% e -6,3% (-14,1% e -2,3%, pela mesma ordem, em janeiro de 2026). Quando exclu&iacute;das as transa&ccedil;&otilde;es sem transfer&ecirc;ncia de propriedade (TTE), isto &eacute;, transa&ccedil;&otilde;es com vista a ou na sequ&ecirc;ncia de trabalhos por encomenda, o decr&eacute;scimo foi menos acentuado em ambos os fluxos (-6,5% nas exporta&ccedil;&otilde;es e -4,2% nas importa&ccedil;&otilde;es; -5,2% e -0,5%, respetivamente, em janeiro de 2026). O d&eacute;fice da balan&ccedil;a comercial de bens atingiu 2 546 milh&otilde;es de euros, refletindo um agravamento de 489 milh&otilde;es de euros face a fevereiro do ano anterior. Excluindo as TTE, o d&eacute;fice comercial aumentou 38 milh&otilde;es de euros, totalizando 2 610 milh&otilde;es de euros.</p>
<p>Em fevereiro de 2026, os &iacute;ndices de valor unit&aacute;rio (pre&ccedil;os) mantiveram varia&ccedil;&otilde;es negativas, tanto nas exporta&ccedil;&otilde;es (-2,3%) como nas importa&ccedil;&otilde;es (-3,2%). Estas varia&ccedil;&otilde;es comparam com, respetivamente, -3,0% e -4,1%, em janeiro de 2026, e com +0,4% e +0,3%, em fevereiro de 2025.&nbsp;</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768239980&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Volume de Negócios na Indústria diminuiu 4,8%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em fevereiro, o &Iacute;ndice de Volume de Neg&oacute;cios na Ind&uacute;stria apresentou uma redu&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga nominal de 4,8%, agravando a diminui&ccedil;&atilde;o de 1,9% observada no m&ecirc;s anterior. Excluindo o agrupamento da Energia, a varia&ccedil;&atilde;o do volume de neg&oacute;cios foi -3,2% (-0,5% em janeiro). Os &iacute;ndices relativos ao mercado nacional e ao mercado externo registaram diminui&ccedil;&otilde;es de 2,8% e 8,2% no m&ecirc;s em an&aacute;lise, respetivamente (-0,8% e -3,7% em janeiro).</p>
<p>O emprego registou uma redu&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 0,2% em fevereiro (-0,1% no m&ecirc;s anterior), enquanto as remunera&ccedil;&otilde;es apresentaram um crescimento de 5,1% (4,8% em janeiro).</p>
<p></p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768216012&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Custos de construção de habitação nova aumentaram 4,7%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em fevereiro, estima-se que os custos de constru&ccedil;&atilde;o de habita&ccedil;&atilde;o nova tenham aumentado 4,7% em termos hom&oacute;logos, situando-se 0,9 pontos percentuais (p.p.) acima do m&ecirc;s anterior. O pre&ccedil;o dos materiais registou uma varia&ccedil;&atilde;o de 1,7% e o custo da m&atilde;o de obra aumentou 8,2%.&nbsp;</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768022569&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 09 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Mantém-se a recuperação pós-pandémica da atividade hospitalar - 1999-2025]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Por ocasi&atilde;o do Dia Mundial de Sa&uacute;de, que se celebra no dia 7 de abril, o INE divulga uma nova edi&ccedil;&atilde;o da publica&ccedil;&atilde;o &ldquo;Estat&iacute;sticas da Sa&uacute;de&rdquo;, principalmente com indicadores de 2024.</p>
<p>Destacam-se os seguintes resultados:</p>
<p>&bull; Depois de a atividade hospitalar ter sido fortemente afetada pelo per&iacute;odo pand&eacute;mico, em 2024 continuava a verificar-se uma recupera&ccedil;&atilde;o nos atos assistenciais prestados em contexto hospitalar. As consultas m&eacute;dicas, as cirurgias em bloco operat&oacute;rio e os atos complementares de diagn&oacute;stico e/ou terap&ecirc;utica registaram, em 2024, os valores m&aacute;ximos da s&eacute;rie iniciada em 1999.</p>
<p>&bull; Em 2024, o n&uacute;mero de internamentos ultrapassou, pela primeira vez, o valor observado em 2019, enquanto o n&uacute;mero de atendimentos em servi&ccedil;o de urg&ecirc;ncia permaneceu ligeiramente abaixo da atividade registada em 2019, n&atilde;o obstante a recupera&ccedil;&atilde;o verificada desde 2021.</p>
<p>&bull; Os hospitais p&uacute;blicos ou em parceria p&uacute;blico-privada continuaram, em 2024, a ser os principais prestadores de servi&ccedil;os de sa&uacute;de, assegurando 85,1% dos atos complementares de diagn&oacute;stico e/ou terap&ecirc;utica, 79,9% dos atendimentos em urg&ecirc;ncia, 73,5% das cirurgias em bloco operat&oacute;rio e 73,0% dos internamentos. Os hospitais do setor p&uacute;blico asseguraram mais de 60% das consultas m&eacute;dicas, mas esta &eacute; a componente de atividade em que os hospitais privados conseguiram atingir o peso mais expressivo, representando 37,6% do total.</p>
<p>&bull; A propor&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o com 16 ou mais anos com limita&ccedil;&otilde;es na realiza&ccedil;&atilde;o de atividades habituais devido a problemas de sa&uacute;de, que constitui uma aproxima&ccedil;&atilde;o reconhecida internacionalmente ao conceito de incapacidade, atingiu 23,8% em 2025.</p>
<p>&bull; Em 2023, a esperan&ccedil;a de vida aos 65 anos era de 22,7 anos para as mulheres e 19,2 anos para os homens. O ajustamento relativo &agrave;s limita&ccedil;&otilde;es devido a problemas de sa&uacute;de faz diminuir em quase 13 anos a expectativa de uma vida saud&aacute;vel para a popula&ccedil;&atilde;o em geral, sendo esta expectativa mais penalizadora para as mulheres (7,8 anos) do que para os homens (9,1 anos).</p>
<p>&bull; Em 2025, o modelo Generalized Anxiety Disorder 2-item (GAD-2) indica o aumento da popula&ccedil;&atilde;o com 16 ou mais anos com sintomas de ansiedade generalizada (39,4% face a 32,0% no ano anterior).</p>
<p>Consulte a <a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_publicacoes&amp;PUBLICACOESpub_boui=441625269&amp;PUBLICACOESmodo=2&amp;xlang=pt" target="_blank">Publica&ccedil;&atilde;o</a></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768271943&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Preços na Produção de Serviços aumentaram 3,7% no 4.º trimestre e 3,2% em 2025]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>No 4.&ordm; trimestre de 2025, o &Iacute;ndice de Pre&ccedil;os na Produ&ccedil;&atilde;o de Servi&ccedil;os (IPPS) registou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de 3,7%, o que representa uma acelera&ccedil;&atilde;o de 0,6 pontos percentuais (p.p.) face &agrave; taxa observada no 3.&ordm; trimestre de 2025.</p>
<p>Em rela&ccedil;&atilde;o ao trimestre anterior, o IPPS diminuiu 3,2% (varia&ccedil;&atilde;o de 2,4% no per&iacute;odo precedente e de -3,7% no per&iacute;odo hom&oacute;logo).</p>
<p>A taxa de varia&ccedil;&atilde;o m&eacute;dia do ano de 2025 situou-se em 3,2% (4,0% em 2024).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=734222615&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Exportações de bens desportivos atingem 728,8 milhões de euros, tendo as bicicletas representado 58,7% do total]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>Em 2025, as exporta&ccedil;&otilde;es de bens desportivos registaram 728,8 milh&otilde;es de euros e as importa&ccedil;&otilde;es 503,2 milh&otilde;es de euros. As bicicletas, barcos e equipamento de desportos aqu&aacute;ticos representaram 73,7% do total das exporta&ccedil;&otilde;es. Os bens de gin&aacute;stica e equipamento de nata&ccedil;&atilde;o e o cal&ccedil;ado de desporto totalizaram mais de metade do valor importado (53,9%).</p>
<p>Em 2025, o emprego desportivo abrangeu 53,5 mil pessoas, mais 1,9% do que em 2024. A remunera&ccedil;&atilde;o bruta total mensal m&eacute;dia por trabalhador nas atividades do setor desportivo foi de 1 578 euros (mais 3,9% do que em 2024).</p>
<p>Em 2024, existiam 19 959 empresas do setor desportivo (mais 10,4% do que no ano anterior), que geraram 3,0 mil milh&otilde;es de euros de volume de neg&oacute;cios (+6,6%) e um Valor Acrescentado Bruto (VAB) de 1,2 mil milh&otilde;es de euros (+10,3%).</p>
<p>Em 2024, o financiamento das C&acirc;maras Municipais &agrave;s atividades e equipamentos desportivos aumentou 7,6%, para 458,9 milh&otilde;es de euros. O apoio financeiro contratualizado entre o Instituto Portugu&ecirc;s do Desporto e Juventude e as Federa&ccedil;&otilde;es Desportivas ascendeu a 51,1 milh&otilde;es de euros (+2,8%).</p>
<p>Em 2024, estavam inscritos nas Federa&ccedil;&otilde;es Desportivas 844,2 mil praticantes (mais 9,1% do que em 2023), 27 593 treinadores (+5,9%), 19 628 &aacute;rbitros (+8,4%) e 1 016 agentes desportivos de alto rendimento (-1,7%).</p>
<p>Consulte a <a href="https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&amp;xpgid=ine_publicacoes&amp;PUBLICACOESpub_boui=441610124&amp;PUBLICACOESmodo=2&amp;xlang=pt" target="_blank">Publica&ccedil;&atilde;o</a></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=768273809&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[A taxa de desemprego situou-se em 5,8% e a taxa de subutilização do trabalho em 9,7%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p><strong>Janeiro de 2026 (estimativas definitivas):</strong></p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>A taxa de desemprego situou-se em 5,6%, valor igual ao de dezembro de 2025, mas inferior em 0,4 pontos percentuais (p.p.) ao de outubro e em 0,7 p.p. ao de janeiro desse ano.</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho situou-se em 9,6%, valor igual ao do m&ecirc;s anterior, mas inferior ao de tr&ecirc;s meses antes (0,4 p.p.) e ao do mesmo m&ecirc;s do ano anterior (1,1 p.p.).</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>A subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho abrangeu 548,7 mil indiv&iacute;duos, alcan&ccedil;ando o valor mais baixo desde fevereiro de 2011.</p>
<p></p>
<p><strong>Fevereiro de 2026 (estimativas provis&oacute;rias):</strong></p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>A taxa de desemprego situou-se em 5,8%, valor superior ao de janeiro de 2026 (0,2 p.p.) e ao de novembro de 2025 (0,1 p.p.), mas inferior ao de fevereiro do ano anterior (0,4 p.p.).</p>
<p>&bull;<span style="white-space: pre;"> </span>A taxa de subutiliza&ccedil;&atilde;o do trabalho foi estimada em 9,7%, valor superior ao do m&ecirc;s anterior (0,1 p.p.), mas inferior ao de tr&ecirc;s meses antes (0,1 p.p.) e ao do mesmo m&ecirc;s do ano anterior (0,9 p.p.).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762540064&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>

      <item>  
                <title><![CDATA[Produção Industrial registou uma diminuição homóloga de 4,4%]]></title>                
                <description><![CDATA[<p>O &Iacute;ndice de Produ&ccedil;&atilde;o Industrial apresentou uma varia&ccedil;&atilde;o hom&oacute;loga de -4,4%, em fevereiro (0,4% em janeiro), resultado que reflete os impactos das condi&ccedil;&otilde;es climat&eacute;ricas severas que atingiram algumas regi&otilde;es do pa&iacute;s. Excluindo o agrupamento de Energia esta varia&ccedil;&atilde;o foi de -7,6% (-1,5% no m&ecirc;s precedente). A sec&ccedil;&atilde;o das Ind&uacute;strias Transformadoras contraiu 8,6% (-2,7% em janeiro). A varia&ccedil;&atilde;o mensal do &iacute;ndice agregado foi -0,2% (4,1% no m&ecirc;s anterior).</p>
<p></p>]]></description>
                <link><![CDATA[https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_destaques&DESTAQUESdest_boui=762535696&DESTAQUESmodo=2&xlang=pt]]></link>
                <pubDate>Tue, 31 Mar 2026 11:00:00 GMT</pubDate>
        </item>
 
</channel>
</rss>

